TURISTANDO PELO MUNDO: versalhes
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domingo, 17 de fevereiro de 2019

15 mais belos jardins do mundo - Esta galeria de fotos traz alguns dos mais belos jardins do planeta, ora pequenos e minimalistas, ora monumentais e mirabolantes. Vem comigo:




Esta galeria de fotos traz alguns dos mais belos jardins do planeta, ora pequenos e minimalistas, ora monumentais e mirabolantes. Vem comigo:
Desde tempos imemoriais, o sonho do homem era ter uma casa. Aquecida no inverno, fresca no verão e protegida das intempéries. Um local onde ele podia se dedicar ao sono, ao descanso, ao estudo. O passo seguinte foi ter um belo jardim. 
Entre os muros de sua residência criou um microcosmo, uma versão reduzida do mundo exterior. Um espaço não só para o recreio, mas também para a contemplação.


Espelhos d’água, fontes e correntes imitavam rios e lagos. Plantas exóticas com desenhos ora caóticos, ora perfeitamente simétricos, remetiam a bosques e pradarias. Estátuas e escadarias traziam um relevo multi-dimensional, repleto de relevos, a espaços muitas vezes reduzidos. 
Esta galeria de fotos traz alguns dos mais belos jardins do planeta, ora pequenos e minimalistas, ora monumentais e mirabolantes. Muitas vezes feitos para o deleite de alguns poucos, hoje todos estão abertos à visitação. 
1. DE KEUKENHOF, AMSTERDÃ, HOLANDA 
Provavelmente o parque de flores mais bonito do mundo. Localizado a pouco mais de meia hora do centro de Amsterdã, o De Keunkenhof encontra-se no coração da Rijnland, uma das maiores áreas de cultivo de tulipas do planeta. Seus bem cuidados jardins e alamedas estão repletos de espécies de todo o mundo e o parque ainda conta com estufas e viveiros encantadores. Funciona normalmente de março a maio (Divulgação) 
2. KOISHIKAWA KORAKUEN, TÓQUIO, JAPÃO 
No meio do complexo tecido urbano de Tóquio, uma pequena mancha verde destaca-se junto à moderna arena Tokyo Dome. Desenhado no século 17 por membros do clã Tokugawa, é um popular local de passeio. Por sua importância cênica e histórica, o Koishikawa Korakuen é protegido por uma lei nacional especial (yhlee CC) 
3. MUSEU DU QUAI BRANLY, PARIS, FRANÇA 
O museu parisiense é dedicado às artes etnográficas das Américas, Oceania, Ásia e África. O impressionante acervo do Quai-Branly é seu ponto focal, mas o edifício projetado por Jean Nouvel não passa despercebido. Um de seus destaques é o jardim vertical, um muro vivo de 200 metros concebido por Patrick Blanc 
4. PALÁCIO MIRABELL, SALZBURGO, ÁUSTRIA 
Célebre por cenas do filme "A Noviça Rebelde", o Palácio Mirabell ostenta um jardim de expressiva beleza, impecavelmente limpo e bem cuidado. À sombra do Castelo e da Catedral de Salzburgo, tudo fica ainda mais encantador (Thinkstock) 



5. TEMPLO E JARDINS BAHAI, HAIFA, ISRAEL 
Muito mais que uma religião, o Bahai prega a unidade e harmonia entre os povos. Perseguidos na Pérsia (atual Irã) estabeleceram sua sede em Haifa, em Israel. Seus mirabolantes jardins e santuários, meticulosamente simétricos, dominam a paisagem da cidade em uma sucessão de degraus e plataformas suspensas (Thinkstock) 
6. KORAKUEN, OKAYAMA, JAPÃO 
Construído sob as ordens do senhor feudal Tsuda Nagatada, no século 17, sobre uma ilhota no rio Asahi, o Korakuen é considerado um dos jardins mais perfeitos do Japão. A cidade de Okayama fica a cerca de 1h30 de trem-bala desde Hiroshima, no centro-oeste do país. Destaque para as dramáticas mudanças nas paisagens sazonais, com cerejeiras e ameixeiras em flor entre março e abril, e as folhagens de outono entre outubro e novembro (como na foto) (Daderot/Wikimedia commons) 
7. CHATSWORTH HOUSE, REINO UNIDO 
Um dos países onde a jardinagem chegou ao status de mania é a Inglaterra. Plebeus e nobres são fanáticos pelo hobby e o próprio príncipe Charles dedica parte de sua movimentada agenda para cuidar de suas plantas. Não surpreende então que hajam grandes e bem cuidados parques públicos e que boa parte dos palácios do país possuam jardins de esmerado trato. Um dos mais famosos é o de Chatsworth House, a mansão do duque de Devonshire. Em uma área de mais de 100 acres encontram-se elementos de seis diferentes séculos. Destaque para a longa cascata e as estufas de plantas exóticas (kev747/CC) 
8. PALÁCIO DE VERSALHES, ARREDORES DE PARIS, FRANÇA 
Muito da fama de Versalhes vem de seu magnífico palácio, mas, convenhamos, o chateau não teria a menor graça sem seu projeto paisagístico. Fontes, estátuas, alamedas, um imenso tanque d’água e uma complexa trama de plantas dispostas em simetria são suas grandes atrações. André Le Nôtre coordenou uma grande equipe que incluiu Charles Le Brun, Jean-Baptiste Colbert e Jules Hardouin-Mansart. O próprio rei da França dava a palavra final em muitos dos detalhes desta obra superlativa. É quase impossível conhecer todo o jardim em apenas um dia (chingers7 Creative Commons) 
9. CHÂTEAU DE VILLANDRY, VALE DO LOIRE, FRANÇA 
Versalhes pode ser considerado o mais famoso jardim francês, mas não é páreo para Villandry em termos de elaboração artística. Seu projeto paisagístico é uma colcha de retalhos e apuro técnico que faz a alegria dos entusiastas por labirintos e padrões simétricos. Construído no século 16 por um dos ministros de Francisco I, teve como base trabalhos renascentistas italianos. Os horários para visitação variam bastante durante o ano, sendo mais longos durante o verão e mais curtos no inverno (Jean-Christophe BENOIST/Wikimedia commons) 
10. JARDIM BOTÂNICO, RIO DE JANEIRO 
No Olimpo das grandes atrações turísticas do Rio de Janeiro, o Jardim Botânico é um dos mais discretos campeões na preferência dos turistas. Vitórias-régias enormes, bambuzais colossais, perspectivas infinitas, orquidários e bromeliários enchem os olhos dos visitantes aos pés do Cristo. As palmeiras imperiais continuam ali, imponentes como sempre (Fernando Lemos) 


Você pode gostar:

11. INSTITUTO INHOTIM, BRUMADINHO, MINAS GERAIS 
Além de ser o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo, o Instituto Inhotim, a 65 km de Belo Horizonte, é cercado por um majestoso jardim botânico. Caminhar por sua enorme área, que ostenta uma das maiores coleções de espécies vivas entre todos os jardins botânicos do Brasil, é uma experiência única 
12. GARDEN OF COSMIC SPECULLATION, DUMFRIES, ESCÓCIA 
A atração central aqui não são plantas exóticas, nem mesmo uma curadoria botânica. O paisagismo deste curioso parque é a ciência aplicada em matemática, física e astronomia, com conceitos espelhados em esculturas, lagos e em seu curioso relevo. Concebido pelo arquiteto Charles Jencks, esta é uma propriedade particular, mas que ocasionalmente é aberta ao público (Yellow Book CC) 
13. PALÁCIO DE CASERTA, ARREDORES DE NÁPOLES, ITÁLIA 
As perspectivas colossais, o amplo uso da água em fontes, cascatas e espelhos dágua, e o impressionante conjunto barroco do palácio dos reis de Nápoles valeram ao Reggia di Caserta o título de Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Localizado a 35 quilômetros de Nápoles, os jardins complementam a suntuosidade setecentista do edifício principal (pennyjb/CC) 
14. GENERALIFE, GRANADA, ESPANHA 
Na imensa vega árida da Andaluzia, o palácio Alhambra, em Granada, é uma joia arquitetônica que mantém-se como símbolo maior e mais duradouro da presença árabe na Europa. O palácio de verão Generalife (foto), logo ao lado, é um oásis repleto de jardins que traz um bem-vindo frescor ao ambiente, repleto de espelhos dágua, fontes e pátios 
15. HUNTINGTON LIBRARY, LOS ANGELES, ESTADOS UNIDOS 
Localizado a apenas 20 quilômetros do centro de Los Angeles, o Huntington é uma instituição que reúne biblioteca, coleção de arte e os famosos e amplos jardins. Mais de 40 jardineiros e 100 voluntários cuidam do parque botânico de 200 acres, que exibe plantas vindas da Austrália, Japão e China, além de outros países, com ambientações típicas. Destaque para a área reservada para espécies de cactos (Thinkstock)

Por Eduardo Jun Marubayashi



Fonte / Fotos = viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker Cortez / Divulgação / 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Palácio de Versalhes, França - Maior e mais célebre palácio da França, Versalhes eh o retrato ao mesmo tempo dos exageros delirantes e requinte extremo da nobreza. Vem ver:




Maior e mais célebre palácio da França, Versalhes eh o retrato ao mesmo tempo dos exageros delirantes e requinte extremo da nobreza. Vem ver:
Quando a cineasta Sofia Coppola quis filmar sua versão da história de Maria Antonieta, não abriu mão de que a locação fosse o próprio Palácio de Versalhes, o highlight da cidade de mesmo nome localizada a 35 minutos de trem de Paris, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco há mais de três décadas. Afinal, fazia muito mais sentido relatar a vida de excessos da famosa rainha exatamente no lugar que ela transformou em seu parque de diversões particular, e de onde foi arrancada antes de ser decapitada durante a Revolução Francesa.
Aposento no Grand trianon
Maior e mais célebre palácio da França, Versalhes é o retrato ao mesmo tempo dos exageros delirantes e do requinte extremo da nobreza que mandou no país durante séculos. Também personifica o tamanho do ego de Luís XIV, que em 1682 instalou lá o governo e uma corte de aproximadamente 6 mil pessoas. Louco por luxo, contratou os melhores profissionais de cada área – entre eles o paisagista André Lê Nôtre, responsável pelos imbatíveis jardins do lugar – para que o palácio representasse não só a melhor estética clássica da França, mas também toda a sofisticação de seus mandatários. 

Você pode gostar:

A visita de um dia a Versalhes pode facilmente incluir as outras atrações da cidade, como a Catedral de Saint Louis, mas não se culpe se quiser passar todas as horas que reservou apreciando os afrescos ou a decoração dos espaços internos do palácio. Ou entre os canais, fontes e jardins que o cercam.
Aposento no Grand trianon
O QUE VER 
São três seções básicas, todas bem distintas: o palácio de Versalhes em si, os jardins e as propriedades ligadas à Maria Antonieta, a rainha de origem austríaca que foi para a guilhotina: o Grand Trianon, o Petit Trianon e sua casa campestre. Reserve um dia inteiro para conhecer os três, com várias paradas para tomar um café, apreciar os panoramas e fazer uma refeição. 
Capela Real
O PALÁCIO 
O edifício principal, que, em sua origem, era uma simples cabana de caça, tornou-se referência para todas as cortes europeias. Luis XIV incunbiu seu arquiteto-chefe, Louis Le Vau, a tarefa de fazer um palácio de campo, mais arejado e faustoso que os de Paris. Ele foi seguido por Jules Hardouin-Mansart, o projetista das alas norte e sul e da bela Sala dos Espelhos, provavelmente o cômodo mais luxuoso de toda a propriedade, palco de festas nababescas que duravam dias. 
Casa Campestre de Maria Antonieta
Um tour com audioguia passará por esta galeria, onde foi assinado o tratado que pôs termos finais à I Grande Guerra, o Tratado de Versalhes de 1919. Outras áreas no trajeto são os aposentos reais, a bela Capela Real, a belicosa Galeria das Batalhas (com pinturas gigantes retratando momentos-chave da história da França, de Poitiers aos feitos de Napoleão) e um sem fim de quartos e salões ricamente decorados com quadros, esculturas, bustos, tapeçarias e móveis finamente acabados. 
Casa campestre de Maria Antonieta, na área próxima ao Petit Trianon
OS JARDINS 
André Le Nôtre não mediu esforços (nem poupou o tesouro nacional) em seu projeto paisagístico. O resultado é que para muitos esta é a parte mais agradável do passeio. Motivos é que não faltam: fontes, estátuas, labirintos de sebes, jardins floridos, espelhos d'água e um grande tanque -- o Grand Canal, onde os monarcas reproduziam batalhas e desfiles navais -- formam um conjunto colossal. É possível alugar um barquinho e remar por ali. 
Faça um pit-stop nas lanchonetes e restaurantes espalhados por esta ampla área. 
Entrada principal do Palácio de Versalhes, com o edifício da Capela Real à direita
O GRAND TRIANON E OS DOMÍNIOS DE MARIA ANTONIETA 
Maria Antonieta criou uma corte paralela ao de Luis XVI, promovendo peças teatrais, concertos e festas no palacete Petit Trianon, localizado ao norte de Versalhes. Seus gostos e acompanhantes favoritos eram impostos neste refúgio, onde ela chegou inclusive a erguer uma casa campestre onde a ingênua rainha pretendia criar uma atmosfera bucólica. Ao seu redor ficam belos jardins, bosques e até um "Templo do Amor". 
A uma curta distância fica outra mansão, o Grand Trianon, um palácio de tons rosados e piso xadrez onde Luis XIV poderia ter momentos de maior privacidade com sua amante, Madame de Montespan. 
Fonte de Apolo


Como Chegar 
Se não vier a Versalhes em uma excursão, há um conveniente serviço de trem RER vindo do centro de Paris, a linha amarela C que passa pela margem esquerda do rio Sena até a estação Versailles - Château- Rive Gauche. Dali são 10 minutos a pé até a entrada do palácio. 
Versalhes serviu como locação do filme Maria Antonieta (Marie Antoinette, Estados Unidos/França/Japão, 2006), de Sofia Coppol

Como Circular 
O parque do Château de Versailles é muito, muito grande. Se for visitar as propriedades de Maria Antonieta e decidir fazê-lo a pé, uma hora você com certeza vai exaurir suas energias e se arrepender por não ter embarcado nos trenzinhos que ligam os palácios entre si (adultos, €6,90). Outras opções são bicicletas alugadas e um carrinho elétrico (€30 a hora). 
Galeria das Batalhas no Palácio de Versalhes
Ingressos 
Há duas filas para entrar aqui: uma para comprar o ingresso e outra para entrar no château, lenta tanto pela multidão como pelos procedimentos de segurança. Para driblar parte deste pequeno estorvo, cheque Horários de Pico abaixo. 
Grand Trianon
Você pode comprar os ingressos no site oficial, mas somente para os preços cheios para adultos. Se viaja com crianças do palácio ou mesmo em Paris há agências que vendem as entradas mediante pequena comissão. 
O acesso a Versalhes é livre para os portadores do Paris Museum Pass (parismuseumpass.com), com exceção aos shows noturnos e concertos. 
Vista geral dos amplos jardins e bosques de Versalhes
De março a outubro acontecem shows musicais nas águas das fontes aos sábados, domingos e alguns dias adicionais. Há também divertidos shows noturnos e outros eventos especiais, com ingressos cobrados à parte Cheque a programação no site oficial. 
A primeira visão de quem visita o Palácio de Versalhes. A sombra à direita é da estátua equestre de Luis XIV
Horários de Pico 
Na alta estação, de maio a setembro, evite visitar o parque aos fins de semana e na terça-feira de manhã. Vale a pena tentar chegar bem cedo, antes das 10h, de quarta a sexta, ou depois das 15h desses mesmos dias. Se mesmo assim for encarar o perrengue, tente chegar o mais cedo possível, antes dos ônibus de excursão ou comece a visita pelos palácios do Trianon. 
A baixa estação é um pouco mais tranquila. 
Jardins do Palácio de Versalhes
Onde Comer 
Há um bom número de lanchonetes e restaurantes dentro do perímetro de Versalhes. Dentro do palácio está o elegante Salon de Thé Angelina. Nos jardins, não muito distante da fonte Latone, está a Brasserie de la Girandole, ideal para refeições rápidas ao ar livre. Próximas ao Grand Canal estão outras duas opções, o La Flottille e o La Petite Venise. Outras alternativas são carrinhos que vendem salgados e bebidas.
O Petit Trianon era um retiro para Maria Antonieta, fora do palácio principal de Versalhes
Horário de funcionamento: 
Abre de terça a domingo. De abril a outubro, funciona das 9h às 18h30; de novembro a março, das 9h às 17h30. Os palácios do Trianon só abrem a partir das 12h e os jardins estão abertos ao público das 8h às 20h30 (alta estação) e das 8h às 18h (baixa estação) 
Petit Trianon


Formas de pagamento: 
Adultos: € 18 (passaporte combinando acesso ao palácio, jardins e propriedades de Maria Antonieta - os Trianons); € 15 (somente palácio e jardins) e € 10 (propriedades de Maria Antonieta). Grátis para menores de 18 anos 
O Salão de Hércules fica no primeiro andar do Palácio de Versalhes e conecta os aposentos do rei à capela real
Château de Versailles, Place d’Armes 
+33 (1) 3083-7800 
www.chateauversailles.fr
Salão dos Espelhos
PALÁCIO DE VERSALHES NA FRANÇA
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O PALÁCIO DE VERSALHES (EM FRANCÊS: CHATEAU DE VERSAILLES) É UM CASTELO REAL LOCALIZADO NA CIDADE DE VERSALHES, UMA ALDEIA RURAL À ÉPOCA DE SUA CONSTRUÇÃO, MAS ATUALMENTE UM SUBÚRBIO DE PARIS.
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DESDE 1682, QUANDO LUÍS XIV SE MUDOU DE PARIS, ATÉ A FAMÍLIA REAL SER FORÇADA A VOLTAR À CAPITAL EM 1789, A CORTE DE VERSALHES FOI O CENTRO DO PODER DO ANTIGO REGIME NA FRANÇA.
EM 1660, DE ACORDO COM OS PODERES REAIS DOS CONSELHEIROS QUE GOVERNARAM A FRANÇA DURANTE A MENORIDADE DE LUÍS XIV, FOI PROCURADO UM LOCAL PRÓXIMO DE PARIS MAS SUFICIENTEMENTE AFASTADO DOS TUMULTOS.
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PARIS CRESCERA NAS DESORDENS ENTRE AS FACÇÕES RIVAIS DE ARISTOCRATAS, CHAMADA DE FRONDE. O MONARCA QUERIA UM LOCAL ONDE PUDESSE ORGANIZAR E CONTROLAR COMPLETAMENTE UM GOVERNO DA FRANÇA POR UM GOVERNANTE ABSOLUTO.
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RESOLVEU ASSENTAR NO PAVILHÃO DE CAÇA DE VERSALHES, E AO LONGO DAS DÉCADAS SEGUINTES EXPANDIU-O ATÉ TORNÁ-LO NO MAIOR PALÁCIO DO MUNDO. VERSALHES É FAMOSO NÃO SÓ PELO EDIFÍCIO, MAS COMO SÍMBOLO DA MONARQUIA ABSOLUTA, A QUAL LUÍS XIV SUSTENTOU.

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CONSIDERADO UM DOS MAIORES DO MUNDO, O PALÁCIO DE VERSALHES POSSUI 2.153 JANELAS, 67 ESCADAS, 352 CHAMINÉS, 700 QUARTOS, 1.250 LAREIRAS E 700 HECTARES DE PARQUE. É UM DOS PONTOS TURÍSTICOS MAIS VISITADOS DE FRANÇA, RECEBE EM MÉDIA OITO MILHÕES DE TURISTAS POR ANO E FICA A TRÊS QUARTEIRÕES DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA. CONSTRUÍDO PELO REI LUÍS XIV, O "REI SOL", A PARTIR DE 1664, FOI POR MAIS DE UM SÉCULO MODELO DE RESIDÊNCIA REAL NA EUROPA, E POR MUITAS VEZES FOI COPIADO.
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INCUMBIDO DA TAREFA DE TRANSFORMAR O QUE ERA O PAVILHÃO DE CAÇA DE LUÍS XIII, NO MAIS OPULENTO PALÁCIO DA EUROPA, O ARQUITETO LOUIS LE VAU REUNIU CENTENAS DE TRABALHADORES E COMEÇOU A CONSTRUIR UM NOVO EDIFÍCIO AO LADO DO JÁ EXISTENTE. FORAM ASSIM REALIZADAS SUCESSIVAS AMPLIAÇÕES - APARTAMENTOS REAIS, COZINHAS E ESTÁBULOS - QUE FORMARAM O PÁTIO REAL.

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LE VAU, NÃO CONCLUI AS OBRAS. APÓS SUA MORTE JULES HARDOUIN-MANSART TORNOU-SE, EM 1678, O ARQUITETO RESPONSÁVEL POR DAR CONTINUIDADE AO PROJETO DE EXPANSÃO DO PALÁCIO. FOI QUEM CONSTRUIU O LARANJAL, O GRANDE TRIANON, AS ALAS NORTE E SUL DO PALÁCIO, A CAPELA E A GALERIA DE ESPELHOS (ONDE FOI RATIFICADO, EM 1919, O TRATADO DE VERSALHES). A ÚLTIMA, TRATA-SE DE UMA SALA COM 73M DE COMPRIMENTO, 12,30M DE ALTURA E ILUMINADA POR DEZESSETE JANELAS QUE TÊM A SUA FRENTE, ESPELHOS QUE REFLETEM A VISTA DOS JARDINS.
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EM 1837 O CASTELO FOI TRANSFORMADO EM MUSEU DE HISTÓRIA. O PALÁCIO ESTÁ CERCADO POR UMA GRANDE ÁREA DE JARDINS, UMA SÉRIE DE PLATAFORMAS SIMÉTRICAS COM CANTEIROS, ESTÁTUAS, VASOS E FONTES TRABALHADOS, PROJETADOS POR ANDRÉ LE NÔTRE. COMO O PARQUE É GRANDE, UM TREM ENVIDRAÇADO FAZ UM PASSEIO ENTRE OS MONUMENTOS.
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Atualmente o palácio é um museu de história, sendo o ponto turístico mais visitado da França, ao contrário do que muitos pensam ser a Torre Eiffel ou o museu do Louvre. Com grandes acervos de excelentes pintores dos século XVII e XVIII, o palácio ainda conserva grandes características da época, sendo uma grande oportunidade de conhecer a história que se passa por trás da Revolução Francesa e da corte que ali vivia, regadas de luxo e esplendor
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Galeria dos Espelhos: É uma sala conhecida internacionalmente pela assinatura do Tratado de Versalhes em seu interior. Consiste em um grande espaço envolto de espelhos em sua estrutura tendo o teto em formato de um arco revestido de dezessete espelhos que refletem a vista das imensas janelas que o compõem. Tendo sido importado de Veneza na Itália, os espelhos eram tidos como os mais extravagantes elementos que se podia adquirir na época.
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Tendo sido decorado com pinturas que retratava o heroísmo e as vitórias militares de Luís XIV, foi nesta sala que aconteceu o evento mais dispendioso do século XVIII: o Baile dos Teixos, um baile à fantasia em que o rei Luís XV, fantasiado de teixo, encantou-se com Jeanne- Antoinette que estava vestida como a deusa Diana, e que mais tarde se tornaria sua amante e conhecida na história como Madame de Pompadour
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O Palácio de Versalhes é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, subúrbio de Paris. Desde 1682 até 1789, ano em que teve início a Revolução Francesa, foi o centro do poder do Antigo Regime na França.
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Sua localização deve-se ao fato da procura de um local afastado dos grandes centros, devido ao grande tumulto de gente e doenças nesses locais. Construído pelo rei Luís XIV, o "Rei Sol", a partir de 1664, veio mais tarde a tornar-se, em 1682, a residência oficial do monarca e também o símbolo da monarquia absolutista, sustentada pelo rei. Considerado o maior palácio da época e um dos maiores atualmente, o Palácio de Versalhes possui uma ampla extensão que ocupa mais de 100 hectares.
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Depois da Revolução, os móveis e adereços foram vendidos ou roubados, e o palácio caiu no esquecimento. A restauração foi executada em meados do século XIX, por Luiz Filipe, com o auxílio dos Estados Unidos. 
Versalhes tomou-se um museu dedicado a "todas as glórias da França".
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MERCI DE VISITER - REVENEZ TOUJOURS


fonte / fotos = Wikipédia / Thymonthy Becker / viajeaqui.abril.com.br / Divulgação / 

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