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SALVADOR / BAHIA - Mais que a natureza, o homem fez de salvador lugar especial, nos museus, gastronomia, hospitalidade e a beleza das construções históricas




LINHA DO TEMPO DE "SALVADOR" / BAHIA / BRASIL
A cidade nasceu como protagonista do país: em 1549 foi declarada a primeira capital do Brasil. Claro, a localização era estratégica para os europeus – mas não há dúvida de que as belezas naturais também arrebataram os navegantes. Difícil até hoje não se impressionar com a paisagem das praias do norte, como Itapuã, eternizada por Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes e Toquinho, ou mesmo da orla central, onde fica a Praia da Barra, famosa por seu farol. Mais que a natureza, o homem fez de Salvador lugar especial, na beleza das construções históricas, museus, gastronomia e hospitalidade.
Vagar sem pressa pelo Pelourinho, circulando entre museus, ateliês e igrejas do Centro Histórico, é passeio obrigatório. Assim como se aventurar pelos acarajés, abarás e moquecas, sabores fortes que só a Bahia tem.
UM DIA PERFEITO
Comece a manhã percorrendo os corredores do Mercado Modelo, e suba pelo Elevador Lacerda para encontrar a atração número um da cidade: o Pelourinho. Entre tantas igrejas e museus, reserve mais tempo para explorar todos os detalhes da Igreja e Convento de São Francisco, com altares forrados de ouro. Bom programa para o fim de tarde, o pôr do sol no Farol da Barra é um clássico da capital baiana. Encerre o dia com um jantar no Amado, que tem mesas com vista para a Baía de Todos os Santos.
O GUIA RECOMENDA
Provavelmente você vai querer voltar ao Pelourinho, para caminhar com calma e visitar ateliês e lojas de artesanato. Aproveite para almoçar no estrelado Conventual, dentro de um convento do século 16 que hoje abriga um hotel. Dedique ao menos um dia ao litoral norte. Come-se bem por lá: há uma Barraca Do Lôro no Flamengo e outra em Stella Maris; e em Itapuã ficam o restaurante Mistura e o famoso Acarajé da Cira. Percorrer a Avenida 7 de Setembro, o chamado Corredor da Vitória, revela bons museus, como o Carlos Costa Pinto, o Museu de Arte da Bahia, a Paulo Darzé Galeria de Arte e o Palacete das Artes. Vale esticar a viagem até as históricas cidades de Cachoeira e São Félix, ambas com belo conjunto de construções coloniais.
COMO CIRCULAR
Há boa oferta de linhas de ônibus entre os pontos turísticos, mas os táxis são o meio de transporte mais seguro. A sinalização das vias é, no geral, insuficiente, e o trânsito nas principais avenidas é pesado – sobretudo nos horários de pico. Dica: não tente cortar caminho, pois é fácil se perder por aqui.
Para o Pelourinho, o melhor é ir de táxi, pois há áreas fechadas ao tráfego de carros e poucos estacionamentos. Uma vez ali, dá para fazer tudo a pé – mas não saia do roteiro turístico, as ruas adjacentes podem ser perigosas.
Informe-se sobre o trânsito na Avenida Paralela nas horas que antecedem seu voo (a via, que leva ao aeroporto, é das mais congestionadas).
É TUDO VERDADE
Trânsito por aqui é um problemão. Estudo realizado em 2014 por uma empresa de tráfego veicular averiguou que, nos horários de pico, 59% das principais vias da cidade ficam congestionadas. É a segunda pior capital nesse quesito, só atrás de Recife, com 60%.
ONDE FICAR
A capital baiana assistiu a inaugurações de vários hotéis nos últimos anos. E também conviveu com notícias sobre certo abandono de alguns de seus atrativos turísticos. Estes são apenas dois dos motivos que colaboraram para que a taxa de ocupação hoteleira em 2014 ficasse abaixo da ideal, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-BA). Isso afeta positivamente o bolso do turista: a diária média ficou em torno de R$ 200.
O que não mudou: Rio Vermelho ainda é o bairro para ficar perto de bons restaurantes e bares; Vitória vale para ir a pé a museus e bons cafés; e Santo Antônio Além do Carmo reúne a maior concentração de quartos com vista panorâmica para a Baía de Todos os Santos. Atenção: os hotéis do Pelourinho não têm estacionamento próprio.
ONDE COMER
Bem-vindo ao universo gastronômico baiano. Aqui, pratos à base de pescados, como moqueca, ensopado e bobó, e outros típicos do sertão, com carne de sol e feijão-verde, convivem com iguarias de influência africana, como o acarajé. Mas há espaço para clássicos internacionais: entre os estrelados do GUIA BRASIL 2015, a novidade é o Conventual, no hotel Pestana Convento do Carmo, onde brilham receitas portuguesas.
Depois daquele passeio prolongado pelo Pelourinho, é hora de recarregar as baterias. Reúna forças para subir a Ladeira do Carmo e relaxe diante do pôr do sol na Baía de Todos os Santos tomando café no Cafelier ou uma cerveja gelada no Cruz do Pascoal.
COMIDA TÍPICA
Acarajé - Quase onipresente, o mais famoso entre os quitutes baianos exala seu cheiro pela cidade. Este bolinho de feijãofradinho frito em azeite de dendê é recheado com vatapá (creme à base de pão, camarão seco, amendoim, castanha de caju, leite de coco, dendê e condimentos), camarão seco e vinagrete. Nas barracas de rua, ele vem montado e costuma ser farto. Na hora de pedir, paladares não acostumados devem responder “não” à pergunta “com pimenta?”. Parente próximo, o abará leva a mesma massa de feijão-fradinho, mas é cozido. Onde comer: nas barracas de Dinha e de Regina (Largo de Santana, Rio Vermelho), de Cira (Largo de Itapuã, Itapuã, e Largo da Mariquita, Rio Vermelho) e de Sônia (Farol da Barra), e na padaria Perini. As barracas costumam abrir às 16h nos dias úteis e às 10h nos fins de semana.
Cocada - Os primeiros cocos vieram de Cabo Verde, na África, originando os coqueirais que no fim do século 16 já cobriam a orla da Bahia. Do fruto, transformado em ingrediente, surgiu a cocada – vendida em Salvador pelas baianas do acarajé. Em seus tabuleiros, o doce (duro ou cremoso) é oferecido nas versões branca e preta. A primeira leva bastante açúcar, cravo e canela; a segunda também leva gengibre, e o açúcar é queimado ou substituído por rapadura. Se não houver nenhum tabuleiro por perto, aposte na Cocada Bahianinha, vendida em caixinhas nas padarias e restaurantes da capital. Onde comer: Nas barracas de Dinha e de Regina (Largo de Santana, Rio Vermelho), de Cira (Largo de Itapuã, Itapuã, e Largo da Mariquita, Rio Vermelho) e de Sônia (Farol da Barra).
Cozinha Baiana - É preciso estômago forte para encarar o receituário da Bahia, sincrético como seus cultos de fé. Comece pela moqueca, ensopado de peixe herdado dos indígenas, enriquecido com leite de coco e azeite de dendê (óleo do fruto da palmeira de origem africana). Outra receita clássica, o bobó é uma espécie de moqueca de camarão engrossada com creme de mandioca.Onipresente na capital, vendido em barracas de rua por mulheres de saia e turbante, o acarajé é um bolinho de feijão-fradinho, frito em azeite de dendê e recheado com camarão seco, vinagrete e vatapá (creme à base de pão, camarão seco, amendoim, castanha de caju, leite de coco, dendê e condimentos); parente próximo, o abará é uma variação cozida do acarajé. Os tabuleiros das baianas exibem também a cocada, doce de coco nas versões dura e cremosa, branca ou preta – a primeira leva açúcar, cravo e canela; a preta tem ainda gengibre e açúcar queimado. Já os bares da cidade preparam a lambreta, um molusco graúdo e saboroso, que vai à mesa cozido, grelhado ou na forma de um revigorante caldo. Onde comer: Nos restaurantes de cozinha baiana.
Lambreta - Da mesma família do mexilhão, trata-se de um dos moluscos bivalves mais graúdos e saborosos do país, encontrado tanto no litoral da Bahia como nas praias de Sergipe e Alagoas. Os mais antigos garantem que cura ressaca, enquanto outros conferem a ele propriedades afrodisíacas. No preparo mais simples, basta o cozimento em pouca água, com temperos como coentro, cebola, sal e azeite. Algumas casas também servem lambreta grelhada ou com molhos à base de vinho branco e páprica. Onde comer: Don Papito.
ARTES
A Casa do Rio Vermelho deixa de ser uma obra literária. O imóvel, na Rua Alagoinhas, 33, foi residência oficial do casal Jorge Amado e Zélia Gattai durante 37 anos. Revitalizada pela Fundação Jorge Amado, a casa agora é um museu aberto para os fãs dos escritores.
PRAIAS
Com tantos museus e construções históricas, as praias não são as melhores atrações da cidade. Mas, se a ideia é aproveitar um dia de sol na beira do mar, a orla pode render um bom programa. Porto e Farol da Barra são as mais badaladas. a do buracão é destino para quem quer sossego, mas pode apresentar más condições de balneabilidade. Itapuã, Stella Maris e Flamengo, mais distantes do Centro, costumam lotar nos fins de semana.
NOITE
A happy hour no Largo de Santana, no Rio Vermelho, tem música e cerveja sob as tendas de acarajé. No Comércio, os cafés da Bahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010; 3320-8888) lotam antes do pôr do sol. Mais tarde, os destinos podem ser as pistas do Club Ego, no Hotel Pestana, e do 30 Segundos (R. Ilhéus, 21; 3334-8586), ambos no Rio Vermelho. Ainda no bairro estão o The Twist Pub (R. João Gomes, 95; 3334-1520), que tem programação eclética, e o The Dubliners Irish Pub (R. da Paciência, 225; 3264-6698), reduto de rock e blues. A saideira pode rolar no Caminho de Casa (R. Anísio Teixeira, 161; 3343-7036), 24 horas.
QUANDO IR
Na capital baiana faz calor o ano inteiro, mas entre os meses de abril e junho a chuva cai forte – e pode trazer transtornos no trânsito e nos passeios. No Carnaval, a cidade lota: é prudente reservar o hotel com pelo menos seis meses de antecedência.
RAIO X
Clássico: Sem o estádio da Fonte Nova desde 2007, quando o desabamento de uma parte da arquibancada matou sete torcedores e determinou seu fechamento, o clássico Bahia x Vitória tem agora um novo palco. Inaugurada em abril de 2013, com triunfo rubro-negro por 5 a 1, a novíssima Arena Fonte Nova ocupa o mesmo lugar do antigo estádio.
Curiosidade
Pouca gente sabe, mas além do famoso Elevador Lacerda, existe um outro equipamento que também faz a ligação entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa desde o fim do século 19: trata-se do Plano Inclinado, uma espécie de bonde em uma plataforma. Dos três existentes, apenas o do Pilar está em operação, ligando os bairros do Comércio e Santo Antônio Além do Carmo.
Sabores
A origem da palavra acarajé está na língua africana iorubá. Akará quer dizer “bola de fogo”, e jé significa “comer”. Ou seja: comer bola de fogo. Dependendo da quantidade de pimenta que você pedir para a baiana colocar, qualquer semelhança com o significado literal não terá sido mera coincidência.
Por Luiz Felipe Silva
SALVADOR NA BAHIA EH A ROMA BRASILEIRA
foto - Ricardo Junior Fotografias.com.br
BEM VINDO A CIDADE DE SALVADOR - A BAHIA DE TODOS OS SANTOS.
imagem - Wikipédia
População estimada 2015 (1) - 2.921.087
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 692,819
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 3.859,44
Código do Município 2927408
Gentílico - Soteropolitano
ORIGEM DO NOME
Nome original dado por Tomé de Sousa "Salvador da Bahia de todos os Santos" seguindo suas crenças religiosas, dai "Todos os Santos" e "Bahia" por ser o local que lhe agradou para ancoragem e "Salvador" por ter sido a mesma criada com o objetivo de ser uma Fortaleza, para proteger "Salvar" os habitantes.
HISTÓRICO
A região que abriga a Cidade do Salvador da Bahia era habitada pelos tupinambás, no século 15.
Em 1501, os portugueses instalaram seu padrão de posse no dia de Todos os Santos e batizaram, com esse nome, a grande baía em volta.
Em torno de 1510, Caramuru, sobrevivente de um naufrágio, uniu-se aos índios em um povoado que viria a ser um porto estratégico para os navios de passagem, franceses e portugueses.
Em 1534, a capitania da Bahia de Todos os Santos foi doada a Pereira Coutinho, que se estabeleceu em um povoado que incluía a Ponta do Padrão, atual Barra. 
Em 1548, após a morte de Pereira Coutinho, Dom João III, rei de Portugal, nomeou Thomé de Souza Governador do Brasil e o incumbiu colonização efetiva da América Lusitana. Thomé de Souza desembarcou no Porto da Barra, em 29 de março de 1549, e construiu a Cidade do Salvador, de acordo com o projeto de Luís Dias, para ser a Cabeça do Brasil.
Nas décadas seguintes, Salvador tornou-se uma das principais cidades da América, recebeu várias ordens católicas que fundaram suas igrejas e a primeira catedral do Brasil. Em 1624, foi invadida pelos holandeses e reconquistada no ano seguinte.
No século 18, Salvador já contava com uma Escola de Engenharia, que funcionava no Forte de São Pedro, e uma universidade. Sim, os Estudos Gerais do Colégio dos Jesuítas foram meritoriamente a primeira universidade do Brasil.
Em 1763, a capital do Estado do Brasil foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador continuou a ser a maior cidade da América Portuguesa até o início do século 19, quando o Príncipe Regente Dom João estabeleceu na cidade a sede da Corte Portuguesa, por 35 dias, em 1808. Anos depois, o Recôncavo Baiano seria o principal palco da Guerra da Independência do Brasil.
O século 19 assistiu às muitas contribuições dos empreendedores baianos. Os engenheiros baianos foram de grande importância à construção do Brasil, a começar por Theodoro Sampaio e os irmãos Rebouças, que se destacaram na construção de estradas, ferrovias, portos e obras de saneamento em todo o Brasil. Os irmãos Lacerda construíram o maior elevador público do mundo na época.
No início do século 19, Salvador deixou de ser a maior e a mais rica cidade do Brasil, ultrapassada pela capital, o Rio de Janeiro. No final do século, a Cidade iniciou sua decadência, sendo ultrapassada por São Paulo e, no início do século 20, também ultrapassada por Recife.
AQUI O FAROL DE ITAPUÃ
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ENTRADA DO ELEVADOR LACERDA
imagem - Paulo Yuji Takarada
ELEVADOR LACERDA
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VISTA DO ELEVADOR LACERDA
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FACULDADE DE MEDICINA
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MONUMENTO A CRUZ CAÍDA
imagem - Paulo Yuji Takarada
FORTE DE SANTO ANTÔNIO
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CAPITANIA DOS PORTOS
imagem - Paulo Yuji Takarada
TEATRO MUNICIPAL E A CASA DO ESCRITOR  JORGE AMADO
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A CIDADE
Salvador permaneceu como uma cidade de destaque no Brasil até 1763, quando foi substituída como a capital nacional pelo Rio de Janeiro. Nos últimos dez anos, no entanto, edifícios de escritórios e muitos prédios de apartamentos foram construídos, compartilhando os mesmos blocos com antigos casarões da era colonial. Com vários shoppings (o Shopping Iguatemi Salvador foi o primeiro shopping do nordeste do Brasil) e áreas residenciais de classe média, economicamente a cidade é uma das mais relevantes do país. Desde a sua fundação, Salvador tem sido um dos portos e centros de comércio internacional mais importantes do Brasil. Com uma grande refinaria de petróleo, uma planta petroquímica e outras indústrias importantes em seu território, a cidade tem feito grandes progressos na redução da sua dependência histórica da agricultura para a sua prosperidade econômica. 
Com suas praias e clima tropical úmido, Salvador é o destino turístico segundo mais popular no Brasil, depois do Rio de Janeiro. 
AQUI A SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA -
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SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES -
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FORTE DE SANTA MARIA
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MERCADO MODELO
O Mercado Modelo é o ponto escolhido por muitos turistas para comprar lembranças da Bahia, dentre elas rendas, berimbaus e todo tipo de artesanato produzido no estado. No porão - que atualmente é aberto a visitação - ficavam os escravos vindos da África enquanto aguardavam serem leiloados. O porão é repleto de placas de concreto com cerca de 30 centímetros de altura do chão, para que o turista possa ali passear mesmo quando a maré está cheia, pois é comum o porão encher-se de água do mar neste momento. Os arcos com os tijolos a mostra - e que servem de estrutura para o Mercado Modelo - fazem belas composições quando refletidos no espelho d'água. Idiossincrasia de um tempo moderno.
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PALÁCIO RIO BRANCO - SEDE DO GOVERNO DO ESTADO
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TURISMO
A infra-estruturar de turismo de Salvador é considerada uma das mais modernas do país, especialmente em termos de alojamento. A cidade dispõe de acomodações de todos os padrões, desde albergues até hotéis internacionais. (A construção civil é uma das atividades mais importantes do município e muitos desenvolvedores internacionais principalmente da Espanha, Portugal e Reino Unido) e nacionais estão investindo na cidade e no litoral baiano.
Salvador está entre as cem cidades do mundo com mais prédios, mais precisamente está em 62º lugar. Na América do Sul, sobe para a oitava colocação. Totaliza 546 edificações construídas de todos os tipos, dentre os quais está a Mansão Margarida Costa Pinto, o maior prédio residencial do Brazil e o décimo arranha-céu mais alto do país, com 154 metros.
CONHEÇA UM POUCO MAIS DA BELA CIDADE DE SALVADOR
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FESTA E IEMANJÁ
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CARNAVAL
Outro grande atrativo da cidade é o Carnaval, considerado a maior festa popular do mundo (o Guinness Book, em 2004, registrou o carnaval da Bahia como sendo o maior do mundo). Existem três formas de aproveitar o carnaval baiano, uma é associar-se a um dos blocos carnavalescos que são puxados por trios elétricos. 
A segunda forma é ficar nos camarotes que estão distribuídos por todo o percurso da folia. 
A terceira, é aproveitar a festa na conhecida "pipoca", que são os foliões de rua que acompanham os trios elétricos do lado de fora das cordas de isolamento, protegidas pelos cordeiros.
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PRAIAS
Há 80 km de praias distribuídas entre a Cidade Alta e Cidade Baixa, desde Inema, no subúrbio ferroviário até à Praia do Flamengo, do outro lado da cidade. Enquanto as praias da Cidade Baixa são banhadas pelas águas da Baía de Todos-os-Santos (Baía mais extensa do país), as praias da Cidade Alta, como a do Farol da Barra e a do Flamengo, são banhadas pelo Oceano Atlântico. À exceção é a praia do Porto da Barra, a única praia de Cidade Alta, localizada na Baía de Todos os Santos. O turista que escolhe Salvador pode ir à praia pela manhã, fazer um passeio ao Centro Histórico à tarde, jantar em um dos bons restaurantes da cidade e ir dançar nos ensaios dos blocos de carnaval ou ao som de outros estilos musicais. 
As praias da capital baiana são calmas, ideais para natação, vela, mergulho e pesca submarina, como também procuradas por surfistas devido enseadas de mar com ondas fortes. Há também praias cercadas por recifes, formando piscinas naturais de pedra, ideal para crianças brincarem.
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imagem - Rota Tropical
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CENTRO HISTÓRICO
O Centro Histórico de Salvador abrange o núcleo primitivo da cidade colonial. Da Praça Municipal – aberta em meio á densa mata tropical pelo primeiro Governador-Geral Tomé de Souza, em 1549 – ao Largo de Santo Antônio Além do Carmo. Campo de batalha onde se enfrentam soldados brasileiros e holandeses da Companhia das Índias Ocidentais em 1683, monumento da arquitetura civil, religiosa e militar compõe em cenário dos séculos. 
Das Portas de Santa Luzia, que guardavam o limite sul da antiga cidade murada de taipa, ate as grossas paredes do Forte de Santo Antônio. Alem do Carmo, vigilante contra invasores do lado norte, o Centro Histórico de Salvador, dividi-se em três áreas que podem ser conhecidas de uma só vez. Da Praça Municipal ao Largo de São Francisco, o Pelourinho e do Largo do Carmo ao Largo de São Francisco. 
O conjunto arquitetônico do Pelourinho está no mais alto sítio da cidade. Seus mais de mil sobrados, solares, palacetes, igrejas e conventos são voltados para o sul, o que remonta o modelo Ibérico de construções, com grandes salões voltados para o poente e quintais em forma de jardins ao fundo. Nestas construções as pedras de lios compõem as alvenarias e o acabamento, feito em azulejos portugueses.
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IGREJA DE SÃO PEDRO DOS CLÉRIGOS
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IGREJA DE NOSSO SENHOR DO BONFIM
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IGREJA DE SANTA LUZIA
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IGREJA DA MISERICÓRDIA
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IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
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IGREJA DE NOSSO SENHOR DOS PASSOS
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IGREJA DO CARMO
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ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO

fonte / fotos = Wikipédia / Thymonthy Becker / viajeaqui.abril.com.br / IBGE / Portal do Governo de Salvador / 

VALEU PELA VISITA

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Área da unidade territorial 2015 (km²) - 3.217,313
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 5,94
Código do Município 1707009
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