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ALAGOAS / BRASIL - O verde contagiante dos coqueiros, jangadas de velas coloridas, praias, museus, teatros, igrejas, bairros históricos, artesanatos, gastronomia diversificada completam este cenário inesquecível




LINHA DO TEMPO DO ESTADO DE "ALAGOAS" / BRASIL / WORLD

Capital - Maceió 
População estimada 2016 - 3.358.963 
Área 2015 (km²) - 27.848,158 
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 112,33 
Rendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente 2015 (Reais)(1) - 598,00 
Número de Municípios - 102 
HISTÓRICO 
Alagoas é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado no leste da região Nordeste. Sua capital é a cidade de Maceió e a sede administrativa é o Palácio República dos Palmares. 
Penúltimo estado brasileiro em área (mais extenso apenas que Sergipe) e 16º em população, é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar e coco-da-baía do país e tem na agropecuária a base de sua economia. Terra do sururu, marisco das lagoas que serve de alimento à população do litoral, e da água de coco, Alagoas possui também um dos folclores mais ricos do país. 
Inicialmente, o território alagoano constituía a parte sul da Capitania de Pernambuco, só vindo a conquistar sua autonomia em 1817, como punição imposta por D. João VI aos pernambucanos pela chamada "Revolução Pernambucana", movimento separatista. Sua ocupação decorreu da expansão para o sul da lavoura de cana-de-açúcar da Capitania de Pernambuco, que necessitava de novas áreas de cultivo. Surgiram, assim, Porto Calvo, Alagoas (atual Marechal Deodoro) e Penedo, núcleos que orientaram, por muito tempo, a colonização e a vida econômica e social da região. Durante o Império, a Confederação do Equador (1824) movimento separatista e republicano, recebeu o apoio de destacadas figuras alagoanas. Na década de 1840, a vida política local foi marcada pelo conflito entre os lisos, conservadores, e os cabeludos, liberais. No início do século XX, o sertão alagoano viveu a experiência pioneira de Delmiro Gouveia, empresário cearense que instalou, em Pedra (atualmente, Delmiro Gouveia), a fábrica de linhas Estrela, que chegou a produzir 200 mil carretéis diários. Depois de sua morte, suas máquinas teriam sido destruídas e atiradas na cachoeira de Paulo Afonso. 
PONTOS TURÍSTICOS 
Os destinos mais procurados atualmente são: Maceió, Maragogi, Japaratinga, Barra de São Miguel, Piaçabuçu, Marechal Deodoro e Penedo, esse último tem um grande potencial turístico e histórico. Além dos festejos de Bom Jesus dos Navegantes que começam de 8 a 15 de janeiro com balsas que atravessam desde Alagoas até Sergipe e voltam a Penedo, depois em terra começam os fogos sinalizando a chegada das embarcações e assim as festas com os shows de bandas musicais. 
Praia dos Sete Coqueiros em Maceió, Alagoas
MACEIÓ
Capital de Alagoas. O verde contagiante dos coqueiros que dominam toda a orla praiana pode ser apreciado de longe, em uma das jangadas de velas coloridas que levam você às famosas piscinas naturais formadas na praia da Pajuçara. Museus, teatros, igrejas, bairros, históricos, artesanatos, gastronomia diversificada completam esse cenário inesquecível.
Maceió, cidade com 40 Km de litoral e 22 Km de lagoa e canais, desperta paixão pelas belezas naturais, culturais e históricas.
Belíssimas praias de mar que tem tonalidades que oscila do azul e verde, com piscinas naturais a 02 km da costa.
Praias emolduradas por coqueirais, um realce à ornamentação natural das paisagens. O coqueiro é expressivo na cultura e na história de Alagoas. Contribui com o desenvolvimento econômico; faz parte da culinária típica, tem representatividade no artesanato e na tradição popular.
Maceió pode se gabar de ter o mar mais lindo entre as capitais do Nordeste. E também uma das orlas urbanas mais bonitas do Brasil, no trecho formado pela sequência das praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca
O potencial cultural, representado nas manifestações folclóricas, diversificado artesanato, excelente rede hoteleira, restaurantes nacionais e internacionais, Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, Centro Cultural e de Exposições e o Porto de Jaraguá, associados aos serviços de qualidade, fazem parte da infra-estrutura turística que satisfaz as expectativas de quem visita Maceió.
Maceió tem o Pontal da Barra, bairro que abriga uma comunidade de pescadores e artesãos as margens da Lagoa Mundaú.
O artesanato, exposto nas portas das casas, é confeccionado pelas rendeiras, que tecem o Filé, renda tipicamente alagoana e ocupa importante posição na economia da comunidade.
Na Lagoa Mundaú os pescadores retiram o sururu, um molusco que se destaca na gastronomia alagoana.
O local é ideal para passeios de barcos que entre ilhas navegam indo em direção ao encontro com o mar.
Quem vai para Maceió pode fazer um passeio de barco até a foz do Rio São Francisco. O passeio faz paradas em dunas e lagoas
Surfistas entre céu e o mar na Praia do Francês, em Maceió, Alagoas.
DICAS:
- Navegar nas Jangadas com velas coloridas até as piscinas naturais, formadas pelos recifes de corais da Praia de Pajuçara;
- Passear de barco na Lagoa Mundaú e Manguaba, entre ilhas e canais ir ao encontro de suas águas com o mar;
- Conhecer o Pontal da Barra, bucólico bairro à margem da Lagoa Mundaú, onde as rendeiras tecem o filé, renda de origem portuguesa tipicamente alagoana;
- Admirar a cidade do Mirante São Gonçalo que oferece uma visão panorâmica da enseada de Jaraguá até o Pontal;
Todo mundo escolhe a Feira de Artesanatos da Pajuçara para comprar os tradicionais presentinhos de viagem. Encontra-se de tudo nas barraquinhas, de bonecas de cerâmica a chaveiros
Praia da Jatiúca, Maceió
- Degustar as deliciosas tapiocas, comercializadas nas barracas que ficam nas praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca;
- Sentir o prazer da gula em um restaurante que serve a culinária regional, nacional ou Internacional;
- Conhecer o Mercado do Artesanato, considerado uma vitrine da arte popular. Os produtos comercializados representam a cultura dos alagoanos;
- Passear pela orla, tomar água de coco e apreciar a criatividade dos trabalhos confeccionados em coco, madeira, palha, bordados, cerâmica, renda, que são expostos na Feirinha da Pajuçara;
Ponta Verde é a melhor praia urbana da capital de Alagoas.
Sorvetes de sapoti, cajá e cupuaçu, sabores tipicamente nordestinos que refrescam o calor de Maceió
- Reconhecer o talento dos artesãos numa visita ao Pavilhão do Artesanato. Várias lojas exibem peças que são verdadeiras obras de arte.
- Enriquecer os conhecimentos numa visita aos atrativos históricos do Bairro de Jaraguá:
- Igreja Nossa Senhora Mãe do Povo, foi a primeira a ser construída em Jaraguá em1888;
- Museu da Imagem e do Som, edificação construída em 1869, guarda um expressivo acervo sobre a história de Maceió;
Em Pontal da Barra estão as mulheres rendeiras mais famosas de Maceió. Os trabalhos de rechelier, renascença, ponto cruz e filé são vendidos nas lojinhas da Rua Alípio Barbosa
Pratagi é a mais bela praia de Maceió, com longa faixa de areia firme e piscinas naturais
- Associação Comercial é um suntuoso prédio de estilo neoclássico inaugurado em 1928;
- Memorial à República, construído em 2005, é uma homenagem aos dois primeiros presidentes do Brasil, os marechais alagoanos Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto;
Uma das principais avenidas de Maceió em Alagoas

Conhecer o Centro da cidade:
- Museu Theo Brandão de Antropologia e Folclore, cuja construção do início do século 20 reúne as mais expressivas coleções sobre a cultura e a arte popular alagoana;
- Catedral Metropolitana de Maceió, estilo neoclássico, foi inaugurada em 1859, com a presença do Imperador Dom Pedro II;
- Biblioteca Pública Estadual palacete erguido em 1840, abriga um importante acervo arquitetônico histórico de Alagoas
- Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, construída em 1853, apresenta um estilo eclético com detalhes barroco e neoclássico;
Jangadas para passeios turísticos na Praia de Pajuçara, em Maceió.
Praia Costa Brava, em Maceió
- Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, inaugurado em 1869, possui biblioteca e pinacoteca - uma contribuição inestimável à história e à cultura de Alagoas;
- Igreja Bom Jesus dos Martírios tem um estilo eclético e possui ligeiros traços orientais. Foi Inaugurada em 1881;
- Museu Histórico Palácio Marechal Floriano Peixoto, inaugurado em 1902, prédio de estilo neoclássico, foi sede do Governo do Estado até 2005, conhecido como Palácio dos Martírios;
- Museu de Arte Sacra Pierre Chalita, construído no início do século 20, guarda um dos maiores acervos de imagens e pinturas de arte-sacra do Brasil dos séculos 17 a 20;
Teatro Marechal Deodoro da Fonseca, cuja fachada apresenta frontões triangulares decorados ao gosto da época de sua construção em 1905. Possui estátuas de musas que representam uma alegoria às artes.
Maceió tem o charme de conciliar um ar de cidade pequena e ritmo de metrópole
Barraca Lopana em Maceió, Alagoas
LAGOAS E MARES DO SUL
O litoral sul de Alagoas é conhecido como Região das Lagoas e Mares do Sul. A natureza não mediu esforços quando privilegiou esta parte de Alagoas. São vastos coqueirais, praias paradisíacas, lagoas e rios que se encontram com o mar numa imagem de pura magia.
Além da natureza exuberante, a história e a cultura são marcantes no patrimônio histórico, nas tradições populares, na musicalidade, no artesanato e na gastronomia feita de ingredientes extraídos das águas desse espaço tão rico de variedades.
Barra de São Miguel, Alagoas, Brasil
foto - Jannyne Barbosa
PILAR
Distante 42 km de Maceió, a cidade de Pilar surgiu no século 19, proveniente de um engenho de cana-de-açúcar. 
A cidade recebeu, em 1860, a visita de D. Pedro II, e ainda existem alguns exemplares de casario dessa época do Brasil colonial. 
O maior atrativo de Pilar é sua beleza natural. A cidade, localizada às margens da Lagoa Manguaba, é cercada por resquícios de mata atlântica, várias fazendas com reservas ecológicas e fontes de água mineral.
A população é de aproximadamente 32 mil habitantes. Pilar é uma cidade festiva, e no seu calendário de eventos se destacam o festival do Bagre, do Siri e a Festa da Padroeira Nossa Senhora do Pilar, que atraem muitos visitantes.
Matriz de Nossa Senhora do Pilar em Pilar, Alagoas
foto - Alba Alves
MARECHAL DEODORO
Marechal Deodoro fica a 30 km de Maceió. A população é de aproximadamente 45 mil habitantes.
A cidade foi a primeira Capital de Alagoas, e seu nome é em homenagem ao filho ilustre que Proclamou a Republica do Brasil.
A cidade tem um belo acervo arquitetônico encontrados no museu e igrejas datadas nos séculos 16,17 e 18.
Marechal Deodoro tem um potencial natural invejável: a Lagoa Manguaba entre ilhas e canais, que se encontram com a Lagoa Mundaú e formam o maior complexo lagunar do País, abrigando muitas ilhas, sendo a mais importante à de de Santa Rita, a maior ilha lacustre do País. 
A praia do Francês é um cartão-postal, com sua grandiosa estrutura de restaurantes e pousadas para receber visitantes de todos os lugares.
O folclore e a musicalidade são uma atração à parte. O diversificado artesanato, conhecido pela beleza e criatividade, é exportado para todo o Brasil. 
Os sabores da gastronomia são incomparáveis; atendem a qualquer paladar. Às margens da Lagoa Mundaú fica Massagueira o maior Pólo gastronômico do Nordeste.
Praça central de Marechal Deodoro, Alagoas
Matriz de Nossa Senhora da Conceição em Marechal Deodoro, Alagoas 
BARRA DE SÃO MIGUEL
Distante 33 km de Maceió, tem uma população de aproximadamente 09 mil habitantes. A cidade dispõe de excelentes meios de hospedagem, restaurantes e outros entretenimentos. O local é ideal para o lazer e descanso.
Os maiores atrativos da Barra de São Miguel são as lindas praias, destacando-se às das Conchas, Niquim e do Meio, onde o mar é cortado por um paredão de recifes, ideal para refrescantes mergulhos nas tranqüilas as águas cristalinas. 
Observando o horizonte fica-se impressionado com o azul intenso do mar que se confunde com azul do céu – um cenário concebido pelo Criador. 
Os rios Niquim e São Miguel são ricos em manguezais, e a lagoa mostra a exuberância do ecossistema. O encontro do rio, lagoa e mar, pode ser visto do Mirante Alto de Santana. O panorama é maravilhoso: o intenso azul do oceano, ornamentado por coqueirais. 
Vários barcos deslizam nas águas até chegar ao destino mais procurado, a praia do Gunga, emoldurada por coqueiros a perder de vista. A praia fica localizada no encontro da Lagoa do Roteiro com o mar, um recanto paradisíaco que não existe igual.
Uma das preferidas dos maceioenses, a Praia do Gunga lembra uma península, com mar de um lado e a Lagos do Roteiro do outro. No meio, muitos coqueiros
Um dos locais preferidos pelos que vão a Barra de São Miguel, a Praia do Gunga está localizada onde o mar encontra a bela Lagoa do Roteiro
Repleta de coqueirais, a Praia do Gunga lembra uma península, com mar de um lado e a Lagoa do Roteiro do outro
A Praia da Lagoa Azeda é uma vila de pescadores cercada por encostas de morros e falésias
Coqueiros até onde a vista alcança na Praia do Gunga
A Praia do Gunga é bem movimentada apesar do difícil acesso – não há sinalização na estrada. Quem busca mais sossego deve procurar as extremidades
É comum ver barraquinhas vendendo frutas no caminho de Maceió até Barra de São Miguel
Ostra servida com azeite e mel durante passeio ao criadouro de ostras da Vila Palateia, conhecida como "paraíso das ostras"
ROTEIRO
Roteiro fica a 49 km de Maceió, sua população é de aproximadamente 8 mil habitantes. Seus primeiros habitantes foram os índios Caetés, por volta de 1853. O povoado iniciou-se em 1900 devido a construção da primeira capela, em homenagem a Nossa Senhora do Livramento. Em 1963 o povoado passou a ser cidade.
Roteiro tem uma das maiores atrações turísticas de Alagoas e é conhecida internacionalmente por ser uma das praias mais bonitas do Brasil: A praia do Gunga, uma ponta de areia branca, repleta de coqueiros, avança mar adentro e une as águas do Oceano Atlântico com o rio São Miguel. Lugar de extrema beleza apropriado para o lazer e a prática de modalidades náuticas.
Do mirante se tem uma bela visão da praia do Gunga e das praias da Barra.
JEQUIÁ DA PRAIA
Distante 65 km de Maceió, com uma população é de 15 mil habitantes, o nome Jequiá da Praia vem de origem indigna que significa “cesto com muitos peixes”.
Jequiá da Praia é um recanto ecológico que, até 1998, pertenceu ao Município de São Miguel dos Campos.
O município é dotado de um grande ecossistema de flora e fauna preservadas, complexo lacustre formado por 03 rios e 07 lagoas - destaque para as lagoas Azeda, Jacarecica e Jequiá – terceira maior do Brasil, além de várias praias exóticas como Jacarecica do Sul e Barra de Jequiá, que completam o cenário criado pela natureza. 
Possui estrutura turística com pousada, restaurante, complexo de lazer construído no meio das belezas naturais, preservando a vegetação local e dando oportunidade do visitante conviver com animais silvestres.

CORURIPE
Distante 90 km de Maceió e com uma população de 50 mil habitantes, o nome da cidade vem de origem indígina que significa “no rio dos sapos”.
No inicio da colonização, a área era habitada pelos índios Caetés. O município começou a se desenvolver por volta do século 19. Antes, sofreu influências culturais dos portugueses e holandeses, fatos que marcaram a história do município.
A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, do século 18, tem um estilo neoclássico. As imagens de São Sebastião, São José, Santo Antonio, Nosso Senhor Glorioso e a Nossa Senhora da Conceição fazem parte do acervo do templo religioso.
Alugar um cavalo e sair cavalgando pelos caminhos dos coqueirais é ter oportunidade de descobrir paisagens que parece só existir nos sonhos. 
A natureza caprichou em Coruripe. O mar exuberante e coqueiros em profusão realçam o lugar. O município tem belas praias, destacando-se Lagoa do Pau, Miaí de Cima, Miaí de Baixo. Cada qual se destaca pela singularidade de suas belezas como é o caso do Pontal de Coruripe, que tem sua marca resistrada desde 1948, quando se construiu um farol para orientar as embarcações. O Pontal é um povoado de pescadores que se transformou num atraente destino turístico. 
Dispõe de confortáveis pousadas e toda estrutura necessária para o lazer. O artesanato é um atrativo. As mulheres dos pescadores passam o dia fazendo cestinhas, porta-jóias, bolsas, chapéus com a palha de ouricuri, uma espécie de palmeira que existe na região.
FELIZ DESERTO
Distante 118 km de Maceió, conta com uma população de 4 mil habitantes.
Existe uma lenda que justifica a origem do nome da cidade. Conta-se que o Sr. Domingos, depois do sobreviver ao naufrágio, encontrou uma imagem de N. S. Mãe dos Homens debaixo de um frondoso cajueiro. O Sr. Domingos ficou deslumbrado ao encontrar tal imagem em um local tão deserto.
Originalmente, as terras de Feliz Deserto foram ocupadas por índios Caetés, que habitavam o local. O povoado torne-se cidade em 1960 - antes fazia parte do município de Piaçabuçu.
Feliz Deserto tem recantos onde a natureza revela seu esplendor, como, por exemplo, a praia do Maçunim. O artesanato, feito da palha de taboa, é conhecido nacionalmente pela beleza e criatividade.

COSTA DOS CORAIS
O Litoral Norte de Alagoas, conhecido como Costa dos Corais, possui a segunda maior barreira de corais do mundo. São 130 km realçados pelo verde dos coqueiros e o azul intenso do mar. A exuberância das piscinas naturais e biodiversidade da vida marinha são atrações à parte de uma beleza indescritível.
Vários municípios fazem parte desse cenário rico em atrativos, onde a natureza reina absoluta e oferece os melhores serviços aos visitantes.

PARIPUEIRA
Distante 36 km do centro de Maceió, nome que significa “águas mansas”. 
A cidade originou-se a partir de uma colônia de pescadores. Devido sua proximidade com Maceió passou a ser área de veraneio. Até 1988 o povoado pertencia ao município de Barra de Santo Antonio.
A população é de 10 mil habitantes e a economia é gerada pela pesca, turismo e cana-de-açúcar. O município possui infraestrutura, belas praias a exemplo de Paripueira e Sonho Verde e a maior concentração de piscinas naturais do Brasil. 
É um recanto ecológico onde foi criado o primeiro Parque Municipal de Preservação do Peixe-Boi na América Latina.

BARRA DE SANTO ANTÔNIO
Barra de Santo Antônio fica a 45 km de Maceió, sua população é de aproximadamente 15 mil habitantes.
O município, às margens do Rio Santo Antônio, que deu origem ao nome da cidade, se divide entre a simplicidade da vida dos seus nativos e a grandiosidade de alguns monumentos históricos da arquitetura holandesa do século 18.
A maior riqueza do município é o patrimônio natural, possui um grande rio margeado por manguezais, belas praias como Tabuba, Carro Quebrado e a Ilha da Croa.
Além dos atrativos naturais, Barra de Santo Antônio possui infraestrutura para receber seu visitante.

PASSO DE CAMARAGIBE
Distante 89 Km de Maceió, tem uma população de aproximadamente 14 mil habitantes, é cidade natal de Aurélio Buarque de Holanda.
Nas margens do rio Camaragibe começou o povoado de Passo, ponto em que o rio oferecia mais facilidade na passagem dos que vinham de Pernambuco para Alagoas, sendo ponto de apoio para os navios holandeses, daí a origem do nome, que passou a ser cidade em 1880 e fez parte dos acontecimentos históricos devido à invasão holandesa.
Pousadas e Hotéis fazendas fazem parte da paisagem desse município que tem no cultivo do Coco da Bahia, cana-de-açúcar, pesca e pecuária suas principais atividades econômicas. O Coco de Roda e Samba Matuto são os representantes da cultura popular.
Os visitantes se encantam com a riqueza do potencial natural: rios, lagoas e manguezais com uma topografia dinâmica contendo morros e penhascos, além de um mar exuberante de recifes e corais, as praias de Barra de Camaragibe, Marceneiro e dos Morros são eleitas como as mais belas.

SÃO MIGUEL DOS MILAGRES
Distante 93 km de Maceió, com aproximadamente 9 mil habitantes, São Miguel dos Milagres passou a ser município em 1960 e até hoje mantém um aspecto de exclusividade.
Conta-se que um pescador muito doente encontrou uma imagem de São Miguel numa praia e se curou da doença imediatamente, daí a origem do nome da cidade. 
O seu espaço físico tranquilo e paradisíaco é dividido com as encantadoras pousadas que tem uma das melhores culinárias e se destacam por ser um dos circuitos de hospedagem mais charmosos do Brasil.
No passeio de barco nas águas do Rio Tatuamunha é possível ter um fantástico encontro com peixe-boi nadando entre os manguezais.
As Praias do Toque, Porto da Rua e São Miguel dos Milagres são atrativos do município.
No alto do Morro do Cruzeiro pode-se sentir o quanto é encantadoramente bela a magnífica paisagem litorânea.

PORTO CALVO
Porto Calvo fica a 96 km de Maceió, com uma população estimada em 25 mil habitantes e está situado a 35 metros acima do nível do mar. A origem do nome provem de uma lenda: Conta-se que um velho calvo, morava às margens do rio e construiu um porto.
Em 1889, a freguesia do século 16, passou a ser cidade.Tem como filhos ilustres Zumbi, Guedes de Miranda e Domingues Fernandes Calabar que ficou famoso na história do país. Por ter se aliado aos holandeses, alguns historiadores consideram Calabar um heroi e outros o julgam traidor. 
Apesar de ser uma cidade muito antiga, Porto Calvo é um município moderno. Atualmente é apenas uma referência histórica que pode ser constatada nos poucos acervos existentes do século 16: a exemplo da Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, considerada monumento nacional, tombado em 1955 e o Alto da Forca.

PORTO DE PEDRAS
Distante 128 km de Maceió, tem uma bela paisagem entre o mar e uma encosta de pedras; o que deu origem ao nome do povoado, que passou a ser município em 1921, e tem uma população de 11 mil habitantes.
Em 1633, Porto de Pedras sofreu a invasão dos holandeses, mas os portugueses conquistaram o domínio de volta, e parte dessa época ainda está preservada na conservação de alguns prédios dos séculos 17 a 19.
Um farol, localizado no alto do morro, deu à cidade um toque de charme. De lá pode-se observar a imensidão do litoral formado por lindas praias.
Fazendo parte de uma faixa de litoral quase intocado e de imensa beleza, estão as praias de Tatuamunha e do Patacho, é nessa tranqüilidade que vive um casal de peixes-bois. A travessia de balsa pelo Rio Manguaba, que divide o município com o de Japaratinga, apresenta um cenário apaixonante. São coqueiros e mangues de beleza exótica que reinam absoluta numa demonstração de harmonia.
foto - Tiro Garcez
foto - Ricardo Junior
JAPARATINGA
Distante 121 km de Maceió, tem aproximadamente 8 mil habitantes, o município deve suas origens a uma colônia de pescadores cujo desenvolvimento foi a partir do século 19 com o início do ciclo do coco. Até 1960, Japaratinga pertencia a Maragogi, e hoje, é um importante pólo turístico, dotada de excelente infraestrutura com restaurantes, hotéis e pousadas de charme, que fazem o diferencial na qualidade dos serviços.
A beleza exótica das fazendas de coqueiros pode ser admirada por passeios a cavalos, e contemplada nos passeios de barcos pelos rios e riachos. As praias que fascinam, a exemplo de Barreira do Boqueirão, Bitigui e Japaratinga, são alguns atrativos que encantam os visitantes.
A cidade tem construções do século 18. Um exemplo é a Igreja Matriz, de arquitetura holandesa, que mantém suas características originais. O artesanato típico da cidade é confeccionado com a palha do coqueiro. 

MARAGOGI
Distante 131 km de Maceió, com uma população de 25 mil habitantes, é o segundo destino mais procurado de Alagoas. Devido ao rio que banha o local, Maragogi que significa “rio livre” deu nome ao povoado em 1892.
A excelente infraestrutura turística, vários hotéis, pousadas, hotéis fazenda, restaurantes, centros de artesanato e várias opções de lazer agregam a qualidade dos serviços do município.
Cenários como vilas de pescadores, fazendas com reservas e trilhas de mata atlântica, abundância de coqueirais, praias belíssimas de águas cristalinas, como as praias de São Bento, Peroba, Burgalhau, Barra Grande, além das galés formadas por recifes de corais a 6 km da costa, são algumas das riquezas naturais do município.
Maragogi tem um dos ecossistemas mais importantes do Brasil, a diversificada fauna e flora de espécies marinhas são um paraíso para os olhos dos que são apaixonados por mergulhos. Navegar pelos rios admirando os preservados manguezais, passear de Buggy por belas praias, praticar ecobike, tomar banhos de bicas, cachoeiras, são algumas das opções para quem procura contato com a natureza.
O Salinas do Maragogi Resort é um dos melhores e mais confortáveis hotéis da cidade
Os catamarãs são o veículo para o passeio principal de Maragogi: ver peixinhos coloridos se entrelaçando no recife
A Praia Bitingui, em Maragogi, é bem calma e reservada e ainda conta com coqueiros e um mar azul claro
A Praia de Japaratinga, localizada em Maragogi, Alagoas é repleta de coqueiros, larga faixa de areia, mar verde e recifes, além de ter a sua piscina natural, conhecida como Picão.
Turistas que estão em Maceió costumam fazer um passeio de apenas um dia para Maragogi
A Praia Ponta do Mangue, sem trechos extensos de areia, costuma ser frequentadas pelos hóspedes do Miramar Maragogi Resort
QUILOMBOS
Os quilombos não pertencem apenas ao passado escravista brasileiro. São comunidades que existem até hoje, espalhadas Brasil a fora, mas que apesar disto não estão isoladas no tempo e espaço. Mantêm-se vivas e atuantes, traduzindo através do tempo a identidade negra e seus costumes.
Alagoas se destaca nesse cenário por ser o berço da resistência negra, tendo como principal líder Zumbi dos Palmares. O Quilombo dos Palmares Na Serra da Barriga localizada em União dos Palmares foi o maior e mais bem organizado quilombo brasileiro, funcionando como uma espécie de confederação, que abrigava os vários quilombos que existiam naquela localidade.
Hoje no local, além do Parque Memorial Quilombo dos Palmares encontra-se a comunidade quilombola Muquém, importante por seu artesanato em cerâmica. O Conjunto configura-se como principal pólo turístico da região dos Quilombos.
Mas, essa região não se restringe a União dos Palmares. Em Palmeira dos Índios a comunidade Tabacaria, com cerca de 89 famílias descendentes de escravos é o primeiro território quilombola reconhecido pelo Governo Federal.
O roteiro conta ainda com Poço das Trincheiras, onde encontramos três comunidades remanescentes de quilombolas: Jacu e Mocó, Jorge e Alto do Tamanduá, seguida de Arapiraca, Taquarana e Pão de Açúcar, cada uma com duas comunidades cada: Pau D’arco e Carrasco, Mameluco e Poços do Lunga, Poço do Sal e Chifre do Bode, respectivamente.
Existem também comunidades em Penedo (Tabuleiro dos Negros), Cacimbinhas (Guaxini), Santana do Mundaú (Filus), Santa Luzia do Norte (Quilombo) Batalha (Cajá dos Negros), Monteiropolis (Paus Pretos) e Delmiro Gouveia (Cruz).
Em todo roteiro, o visitante pode conhecer um pouco da cultura remanescente dos negros, como artesanato, danças e culinária. 
O Quilombo dos Palmares
OS LUGARES
Alagoas tem lugares inesquecíveis. Praias de águas cristalinas, cidades históricas, lagoas repletas de manguezais, rios, reservas ecológicas e uma cultura sem igual. Ao meio de tantos atrativos se destaca o “Caminho da Liberdade” na Região dos Quilombos, um roteiro cheio de histórias dentro da imensidão da natureza.
Chamado de Caminhos da Liberdade, o convidativo roteiro envolve etnia, cultura, natureza, ecologia, aventura e a observação de aves. Os municípios que fazem parte do roteiro são: São José da Laje, Murici, Ibateguara e União dos Palmares. Confira na seção ONDE IR as dicas da Setur para esse roteiro.
GASTRONOMIA
A gastronomia alagoana seduz o paladar dos visitantes. São pratos feitos com diversos ingredientes e os mais nobres frutos do mar. Os restaurantes oferecem cardápio diversificado, com opções da culinária regional e internacional.
O serviço gastronômico é de qualidade, oferece cardápios com produtos do mar, dos rios e lagoas. O sururu, por exemplo, encontrado nas lagoas, é um molusco preparado à base do ingrediente da terra: leite de coco.
O coqueiro está presente em todo o Estado, ornamentando o litoral alagoano e proporcionando aos alagoanos e visitantes sombra e água fresca. A água-de-coco gelada é uma delícia. Do fruto do coco se extrai o leite para realçar o sabor dos pratos à base de frutos do mar e também para o fabrico de doces e cocadas, sobremesas deliciosas da culinária alagoana.
Hotdog de lagosta
Prato do restaurante Sur, em Maceió (AL) - o restaurante tem uma estrela na edição de 50 anos do GUIA QUATRO RODAS BRASIL 2015
Garçom tira o chop no boteco Alagoana, em Maceió (AL)
Porção de pastéis e chopes do Alagoana, em Maceió (AL)

Interior do bar Alagoana, um dos mais tradicionais de Maceió (AL)
NEGÓCIOS E EVENTOS
Um moderno Centro de convenções, teatros e diversos outros espaços fazem de Alagoas o lugar perfeito para o seu evento. Um aeroporto internacional de última geração, serviços com excelência em qualidade e uma infra-estrutura hoteleira, que vai de charmosas pousadas a grandes hotéis e resorts, complementam o cenário ideal para qualquer ocasião.
A atividade turística é responsável pelo desenvolvimento do Estado, rico em belezas naturais. A construção civil está em plena expansão, aderindo às tendências empreendedoras com vocação voltada para o segmento de negócios e de eventos, tornando a cidade mais moderna e atrativa.
Com a diversificada instalação de equipamentos turísticos, Maceió evidencia não só o desejo de melhoria da cidade; outros fatores podem ser apontados como favoráveis ao crescimento dos negócios e de eventos que são realizados em Alagoas. Os atrativos naturais, artificiais e humanos são de grande importância para os segmentos econômicos.
O potencial turístico, histórico e cultural satisfaz às expectativas de quem promove eventos e visita Maceió, independentemente de qual motivação seja. 
INFRA-ESTRUTURA
A infra-estrutura é excelente: rede hoteleira bem montada e muitos com capacidade para sediar pequenos e médios eventos, restaurantes de categoria, Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, Porto de Jaraguá, agências de viagens, locadoras e prestadoras de serviços, são equipamentos que contribuem para alavancar o turismo no Estado, que se destaca também pela hospitalidade do seu povo.
Hotel Radisson em Maceió, Alagoas
CULTURA
Uma mistura de raças, cores e sabores fazem de Alagoas um estado único. Da Serra da Barriga, vem a descendência negra de Zumbi. Dos arredores de Maceió, toda a cultura indígena e a rica culinária. Os trançados das linhas produzem as rendas; filé, boa noite, labirinto... e das palhas, bolsas, cestas e peças de design singular de consumo obrigatório. As danças alegres, o cruzar das fitas e espelhos do Guerreiro, transmitem a todos o verdadeiro espírito alagoano.
AVENTURA
Se aventura é o que você busca, Alagoas é o lugar. As praias, sempre convidativas, propiciam a pratica de diversos esportes, seja na areia ou no mar. As serras permitem, em suas matas, prazerosas caminhadas e revigorantes banhos de cachoeira além da prática do rapel. No sertão, as trilhas na caatinga e a tirolesa no Velho Chico tiram o fôlego de qualquer amante da aventura.
CIVILIZAÇÃO DO AÇÚCAR 
Alagoas compõe o Roteiro Integrado da Civilização do Açúcar, um resgate da herança histórica da cultura canavieira que desde o período colonial nos deixou um vasto legado.
Nos antigos engenhos encontramos casarões, senzalas e capelas, retrato da fase áurea da civilização, da qual mantém viva a tradição no preparo da rapadura e cachaça e utiliza-se o bagaço da cana como matéria-prima para confecção do artesanato.
A cultura canavieira deixou uma herança étnica que se manifesta nos modos de produção, trabalho, gestão das propriedades rurais, miscigenação de raças, sincretismo religioso etc.
Desde o descobrimento do Brasil, as terras férteis de Alagoas foram disputadas pelos portugueses, franceses e holandeses.

MELHOR IDADE
Conhecer Alagoas é contemplar a natureza, admirar o verde dos coqueiros e das matas, o azul do céu e do mar, o dourado do pôr-do-sol que faz o visitante suspirar.
O estado é o destino ideal para quem procura harmonia e quer viver sua melhor idade. Admirar as belíssimas praias de águas tranquilas e cristalinas, mergulhar nas piscinas naturais formadas por recifes de corais, passear de barco no complexo lagunar dotado de ilhas e mangues, assistir ao encontro das águas da lagoa com o mar, é momento para relaxar.
Alagoas tem muitas histórias para contar e a melhor idade tem tempo para contemplar. Visitar as cidades históricas de Marechal Deodoro, Penedo e Piranhas e conhecer os museus, igrejas; conviver com a hospitalidade do alagoano, degustar os sabores da diversificada gastronomia, admirar o artesanato, sentir a tranquilidade de cada lugar e descobrir que tudo é convidativo para aqueles que só querem aproveitar, da melhor forma, a sua melhor idade.
ÁGUA BRANCA
Água Branca é o segundo ponto mais alto de Alagoas; está situado no alto da Serra do Ouricuri, a 571 metros de altitude, num vale que se destaca pela beleza cênica e o clima ameno. Distante 302 km de Maceió, tem uma população de 20 mil habitantes. O nome da cidade originou-se por ser rica em fontes de águas muito límpidas.
A cidade conserva muitas edificações do período colonial: casario preservado, a casa da Baronesa, as igrejas do século 18, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora da Conceição que se tornou a padroeira, são relíquias do patrimônio histórico.
Água Branca é rica em serras com nascentes de cachoeiras e riachos, atrativos ideais para se contemplar a natureza. No percurso da trilha ecológica existem casas de farinha e engenhos que fabricam rapadura.
Toda beleza do lugar pode ser contemplada no Mirante do Cruzeiro que oferece uma visão panorâmica da cidade e das serras à sua volta.
PIAÇABUÇU
Distante 135 km de Maceió e com uma população de 12 mil habitantes, o nome da cidade vem de origem indígena que significa “Palmeira Grande”. O povoado surgiu em 1660 e tornou-se cidade em 1952 - antes fazia parte do município de Penedo.
Um dos maiores atrativos turísticos de Alagoas fica em Piaçabuçu, na Foz do Rio São Francisco, cenário de indescritível beleza quando suas águas se encontram com o mar.
O município tem o maior banco de camarão do Nordeste e é um importante pólo pesqueiro.
Na Praia do Peba acontece anualmente, no mês de novembro, uma gincana de pesca de arremesso. A praia, com 26 km de extensão, é Área de Proteção Ambiental e abriga um rico ecossistema em mangues, mata atlântica, aves migratórias, tartarugas, dunas e coqueirais.
PÃO DE AÇÚCAR
Distante 227 km de Maceió, possui uma população de 24 mil de habitantes.
A cidade, que fica às margens do Rio São Francisco, antes se chamava Jaciobá, nome indígena que significa “Espelho da Lua”.
O povoado passou a ser cidade em 1877. Sua origem vem de uma fazenda de gado chamada Pão de Açúcar.
Acredita-se que o proprietário colocou esse nome devido à elevação no morro do Cavalete, onde seu formato parecia uma fôrma usada para clarificar o açúcar.
foto - Rubens Parizio
Do acervo arquitetônico da cidade se destacam as Igrejas do Bonfim; de Jesus- Maria e José, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Luz, todas tombadas pelo Patrimônio Histórico Municipal, como também o sobrado que o Imperador, D.Pedro II, pernoitou quando visitou a cidade em 1859, que está sendo restaurado para ser transformar em museu.
Uma estátua do Cristo Redentor foi erguida em cima do morro na década de 50, o que desperta ainda mais a sensibilidade poética dos seus filhos ilustres. Do alto, pode-se ver toda a cidade, o Rio São Francisco com suas praias e a comunidade de Niterói, do outro lado da margem, em Sergipe.
A descoberta de sítios arqueológicos localizados na Serra dos Meirús, na Pedra do Navio, Pedra do Alemar onde foram encontradas inscrições, fósseis de animais e objetos pré-históricos, têm atraído a atenção de visitantes e estudiosos.
Outro atrativo do município é o povoado Ilha do Ferro, que se destaca pelo artesanato confeccionado em madeira, coco, couro, bordados, palha e renda de bilro.
PENEDO
Distante 160 km de Maceió, tem uma população de 60 mil habitantes. 
A cidade, erguida sobre um rochedo às margens do Rio São Francisco no século 16, é considerada uma das mais bonitas e antigas cidades históricas do País. O que chama atenção na cidade é o seu rico patrimônio histórico e cultural centrado em igrejas, conventos e palacetes dos séculos 17 e 18 que ainda se encontra em bom estado de preservação. 
Passou a ser cidade em 1842, e hoje seu passado esta presente no seu conjunto arquitetônico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 
Nos passeios de barco pelo majestoso Rio São Francisco, de preferência ao pôr-do-sol, vislumbram-se paisagens encantadoras nas ilhas e vilarejos. 
Penedo tem ainda a Várzea da Marituba, uma belíssima reserva ecológica, com vegetação peculiar.
Barcos "descansam" às margens do Rio São Francisco
Artesanato típico da região
O Centro Histórico de Penedo, Alagoas, possui museus e igrejas do século 17 e 18, como a Igreja Nossa Senhora da Corrente, na Praça 12 de Abril
O primeiro povoado de Alagoas foi fundado no século 16, às margens do Rio São Franciso. Na foto o Museu do Paço Imperial e o Rio São Francisco, ao fundo
Casarões antigos na cidade de Penedo (AL)

Barcos "descansam" às margens do Rio São Francisco
PIRANHAS
Distante 280 km de Maceió, e com uma população de 25 mil habitantes, a cidade é cercada de morros e emoldurada pelo Rio São Francisco.
A cidade encanta seus visitantes pela hospitalidade e preservação do acervo de estilo barroco, dos séculos 18 e 19.
Piranhas tem vários sítios arqueológicos e belas paisagens, um destino perfeito para quem gosta de passeios ecológicos e de aventura. Das várias trilhas em meio à vegetação da caatinga se vislumbram o belo panorama do Velho Chico. As trilhas do Rio Capiá, da Via Férrea, do Mirante do Talhado, da Pedra do Sino são testemunhas da história do sertão.
Outro atrativo do município é o passeio pelo rio na canoa de Tolda, um tipo de embarcação dos anos 50, restaurada para manter viva e enriquecer ainda mais a cultura do sertanejo.
O folclore faz parte da cultura, são vários grupos de reisados e bandas de pífanos que alegram as festas populares.
O artesanato é encontrado no povoado de Entremontes. São os bordados em ponto-de-cruz e redendê que chamam atenção pela beleza e criatividade.
Piranhas oferece uma gastronomia diversificada, a Pituzada, um tipo de camarão grande extraído do rio e preparado ao molho de leite de coco.
O passeio mais turístico da cidade é conhecer a Grota do Angico - onde Lampião foi morto - e passear de barco pelo Rio São Francisco
As casinhas do século 19 do centro histórico da cidade de Piranhas são tombadas
Piranhas (AL) é a cidade em que o cangaceiro Lampião foi morto e decapitado
Barco navega pelo Rio São Francisco, que margeia a cidade
Na cidade de Piranhas, Alagoas, há o Museu do Sertão, que exibe peças dos costumes da população ribeirinha, iconografia do cangaço e algumas peças ligadas à Ferrovia Paulo Afonso e navegação a vapor
OUTROS PONTOS TURÍSTICOS
Outros pontos visados pelos turistas são as praias do estado. Dentre as mais procuradas estão: Praia de Pajuçara, Praia de Ipioca, Praia da Sereia e Praia de Cruz das Almas, todas em Maceió. Além disso, um dos destinos mais procurados na cidade são: Mercado do Artesanato, Museu Pierre Chalita, Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore e Museu do Esporte. 
As casinhas do século 19 do centro histórico da cidade de Piranhas são tombadas, em Alagoas
MERCADO DO ARTESANATO
MUSEU PIERRE CHALITA
MUSEU THÉO BRANDÃO DE ANTROPOLOGIA E FOLCLORE 
MUSEU DO ESPORTE 
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Outros locais procurados pelos turistas incluem: Passeio às Galés, em Maragogi, Igreja de Nossa Senhora do Livramento, Ecopark, Foz do Rio São Francisco, Mirante da Praia do Gunga, Museu da Imagem e do Som, Catedral Metropolitana, Teatro Deodoro e Mirante, ambos em Maceió. 
PASSEIO ÀS GALÉS
IGREJA DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO
ECOPARK
FOZ DO RIO SÃO FRANCISCO
O Rio São Francisco, em Alagoas, tem 240 km de extensão. Banha cidades históricas, povoados, praias fluviais; atravessa serras e cânion encantando a todos e gerando riqueza às comunidades ribeirinhas. 
Devido à força de suas águas, no início do século 20 foi construído a Hidrelétrica de Angiquinho e na década de 80, à de Xingó, que garante grande parte da energia do Nordeste. Com o represamento das águas, para construção da hidrelétrica, se formou um imenso e profundo lago onde são realizados passeios de barcos entre o majestoso cânion, paredões esculpidos pela natureza que chegam a ter 80 metros de altura. 
Carinhosamente chamado de Velho Chico, o rio foi descoberto em 1501. Nasce em Minas Gerais e a natureza determinou que ele desaguasse soberano no mar de Alagoas.
MIRANTE DA PRAIA DO GUNGA
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM
CATEDRAL METROPOLITANA
TEATRO DEODORO

CIDADES PREFERIDAS PELOS TURISTAS 
Outras cidades que recebem intensa movimentação turística são: Cajueiro, Quebrângulo, Santana do Ipanema, Santana do Mundaú, São Miguel dos Campos, Satuba, Taquarana, União dos Palmares, Viçosa, Paripueira, Boca da Mata, Barra de Santo Antônio, Branquinha, Capela, Lagoa da Canoa, Delmiro Gouveia, Olivença, Olho d'Água das Flores, Murici, Maravilha e Coruripe.
DELMIRO GOUVEIA
Distante 283 km de Maceió; tem uma população de 40 mil habitantes. O nome da cidade é em homenagem a Delmiro Gouveia, empresário cearense que contribuiu para o desenvolvimento do País e, hoje, é um dos mais desenvolvidos municípios do Sertão alagoano.
Em 1913, Delmiro Gouveia construiu, no alto de um paredão, a Usina de Angiquinhos, a primeira hidrelétrica da América Latina, aproveitando as quedas da Cachoeira de Paulo Afonso.
Em 1914 construiu a Companhia Agro Fabril Mercantil, a primeira na América do Sul a fabricar linhas para costura e fios para malharia, sendo conhecida como fábrica da Pedra. Foi nesse mesmo ano que chegou o primeiro automóvel no município.
Em 1916, inaugurou a estação telegráfica da Vila.
ESTA EH A BANDEIRA DO ESTADO DE ALAGOAS, BRASIL
ESTE EH O BRASÃO DO ESTADO DE ALAGOAS / BRASIL


fonte / fotos - IBGE / Thymonthy Becker / Wikipédia / turismo.al.gov.br / Portal do Governo de Alagoas / Divulgação / 




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