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AMAPÁ / BRASIL - Um dos melhores lugares para quem gosta de ecoturismo, surfar nas Pororocas do Rio Amazonas e estar nos Dois Hemisférios da terra ao mesmo tempo




LINHA DO TEMPO DO ESTADO DO "AMAPÁ" / BRASIL / WORLD
Rio Amazonas banhando a cidade de Macapá, capital do Amapá, Brasil
foto acima - Heraldo Amoras
Cortado em sua capital, Macapá, pela linha do Equador, o estado do Amapá faz fronteira com a Guiana Francesa. A ponte sobre o Rio Oiapoque, na fronteira com o território ultramarino francês, aguarda um acordo do Brasil com a França para regulamentar o fluxo de pessoas e mercadorias na área. No passado, a região sofreu sucessivas invasões de ingleses, franceses e holandeses. Com isso, a posse do território e a demarcação dos limites se estenderam até o fim do século 19. Um dos símbolos das décadas de conflitos com os vizinhos está justamente em Macapá, cidade acessível apenas de barco ou avião, a quem chega de outros estados. Construída em 1782, a Fortaleza de São José tem 127 metros quadrados protegidos por muralhas de 15 metros de altura. Um trapiche de 472 metros sobre o Rio Amazonas, construído nos anos 40 para ser a porta de entrada e saída dos barcos, é servido por restaurantes e uma linha turística de bonde elétrico. Um monolito marca o local cortado pela linha do Equador e muitos turistas se divertem tirando uma foto com um pé em cada hemisfério. Para acompanhar o impressionante fenômeno do encontro das águas fluviais com as do Atlântico, conhecido como Pororoca, é preciso viajar (de avião, desde a capital, são 50 minutos em teco-teco) até a foz do Amazonas.
Construída no século 18 para proteger o Rio Amazonas, a Fortaleza de São José do Macapá tem muralhas de 15m de altura
Capital - Macapá 
População estimada 2016 - 782.295 
Área 2015 (km²) - 142.828,523 
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 4,69 
Rendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente 2015 (Reais)(1) - 849,00 
Número de Municípios - 16 
Gentílico: amapaense
HISTÓRIA
O Amapá é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado a nordeste da Região Norte, no escudo das Guianas. Eh um dos mais novos estados do país. Dos 14,3 milhões de hectares de área, 72% são destinados a unidades de conservação e terras indígenas (10,5 milhões de hectares), sendo o segundo estado brasileiro que mais possui áreas protegidas em seu território. São dezenove unidades de conservação que perfazem cerca de 9,29 milhões de hectares, tornando-o o único estado da federação a destinar um percentual tão significativo de suas terras para a preservação. O Amapá abriga o maior parque nacional do país (Montanhas do Tumucumaque) e um dos maiores do mundo com quase 3,9 milhões de hectares. O parque, localizado ao noroeste do território estadual, é de extrema relevância por apresentar um elevado número de espécies endêmicas e abrigar em seu entorno diferentes grupos étnicos - índios, ribeirinhos, castanheiros. 
Macapá é a capital e maior cidade do estado, sendo sede da Região Metropolitana de Macapá, a única no Amapá. Outras importantes cidades são: Santana, Laranjal do Jari, Oiapoque e Mazagão. A capital concentra quase 60% da população estadual. O estado é representado na bandeira do Brasil pela estrela β de Cão Maior. 
No entorno da Fortaleza de São José de Macapá, o Parque do Forte tem área verde, chafariz, anfiteatro e calçadão para caminhadas
PRINCIPAIS CIDADES DO AMAPÁ, BRASIL
PEDRA BRANCA DO AMAPARI
Na última década, teve uma explosão demográfica pela implantação de projetos de mineração na região, que hoje ainda movimentam a economia local, mas de maneira mais comedida. 
Em nível econômico, o município se motorizou pelo recebimento de impostos provenientes da exploração mineral na região, em especial do ouro e minério de ferro. Hoje, esse setor que já fez de Pedra Branca ser chamada de “Eldorado” do Amapá, decresceu já não faz mais a cidade viver o vaivém frenético de outras décadas.
Na sede do município, o funcionalismo público, comércio e serviços movimentam o que restou de uma economia mais pujante. A agricultura está representada pela produção de cultura de subsistência ou culturas alimentares, principalmente arroz, banana, feijão, milho e mandioca. A mandioca destaca-se entre as demais culturas e destina-se basicamente para a produção de farinha, comercializada na capital.
A pecuária, também de subsistência, resume-se na criação de gado bovino, bubalino e suíno, além da prática de pesca e exploração de madeira
Pedra Branca possui balneários que atraem grande número de visitantes durante o período de estiagem no Amapá. Também se destacam as grandes áreas de florestas, propícias ao turismo de aventura, além de cachoeiras, além da Serra do Tumucumaque, um dos pontos mais altos do Estado. Também concentra diversas comunidades indígenas.
CALÇOENE
As principais atividades produtivas do município são a agropecuária, a silvicultura, o extrativismo, comércio e serviços. A garimpagem e a pesca são ocupações ainda predominantes. No setor primário destacam-se a cultura da mandioca, criação de gado (bovino, bubalino e suíno), bem como a pesca, o artesanato e a garimpagem. No setor terciário existem algumas marcenarias, hotéis e cartório de registro. Os funcionários públicos são os que mais contribuem para a economia do município.
O lugar oferece como atração turística, além da beleza natural, o Parque Arqueológico do Solstício. No local existe um círculo de pedras, que se supõe construído como um antigo observatório indígena. O círculo de Calçoene foi apelidado de "Stonehenge do Amapá", se referindo ao Stonegenge da Inglaterra. 
Um dos pontos mais procurados pelo visitante é a praia do Goiabal, que fica a 14 quilômetros da sede do município. O local é banhado pelo Oceano Atlântico e o acesso é por uma estrada de terra. 
FERREIRA GOMES
As atividades econômicas do município são as da maioria dos municípios do Estado: pecuária, com ênfase na criação de bubalinos e de bovinos, a agricultura de subsistência, destacando-se a plantação de pinus e a cultura da laranja. Em acentuado crescimento está a piscicultura, sobressaindo-se as espécies: tucunaré, sarda, acará e outras. Na década de 70, foi inserida a plantação de pinus por uma companhia multinacional, para a indústria de celulose. Nas suas florestas nativas há bastante árvores como acapu, angelim, andiroba, acariquara, cupiúba, maçaranduba, quaruba, entre outras.
Ferreira Gomes é conhecida pelo Carnaguari, um carnaval fora de época realizado no município, geralmente nos meses de agosto ou setembro. É um evento que reúne grande público, principalmente da capital, Macapá. De maneira mais tímida, também existe o turismo de natureza na região.
ITAUBAL DO PIRIRIM
Itaubal é conhecido pelas diversas comunidades: Aracu, Bom Sucesso, Cacau, Carmo do Macacoari, Cobra Capim, Comunidade dos Porcos, Cristo Libertador, Curicaca, Foz do Macacoari, Igarapé Cobra, Igarapé Fundo, entre outras. 
Economicamente, Itaubal caracteriza-se pela extração de matérias-primas existentes no município, como madeira, pesca, palmito, além da pecuária. As principais fontes de economia são a agricultura e a pecuária, sendo que a agricultura é de subsistência, com culturas diversificadas. A pecuária se baseia em rebanhos bubalinos, bovinos, equinos e ovinos. O extrativismo vegetal está voltado para a extração de madeira, sendo as principais espécies: andiroba, paumulato, cedro e virola. Grande parte dessa madeira é comercializada em toras, sendo residual o beneficiamento nas serrarias localizadas na região. A pesca artesanal tem papel fundamental para alimentar a população no município. 
A atividade comercial resume-se na existência de um reduzido número de estabelecimentos varejistas (mercearias e baiucas) que comercializam, sobretudo, gêneros alimentícios.
Na segunda quinzena de novembro ocorrem os festejos de São Benedito que, além de mobilizar a comunidade inteira, ainda contam com visitantes de Macapá, que participam dos festejos e também louvam o santo. A paisagem exuberante de Itaubal é outro atrativo aos turistas. Pássaros de várias espécies e animais silvestres deixam o local ainda mais belo.
LARANJAL DO JARI
Economicamente, Laranjal ficou conhecida por abrigar funcionários que trabalhavam na fabricação de celulose (matéria-prima do papel) do lado paraense da fronteira. Hoje, o setor entrou em declínio e a atividade industrial já não move a economia como em outras épocas. Em Laranjal do Jari também está localizada uma cooperativa que vende matéria-prima (óleo de castanha e breu branco) para uma grande indústria de cosméticos de São Paulo. A região é destaque no extrativismo vegetal.

Historicamente, a cachoeira de Santo Antônio virou um símbolo da região de Laranjal, mas hoje esse cartão postal foi “apagado” com a construção de uma barragem. A área de Laranjal do Jari também é bastante apreciada para o turismo de aventura, em especial aos adeptos de trilhas, além de oferecer diversas exuberantes paisagens naturais.

MACAPÁ, CAPITAL DO AMAPÁ
Localizado na Praça Veiga Cabral, o Teatro das Bacabeiras promove espetáculos de dança, peças de teatro, shows e exibição de filmes
Balneário do Curiaú, na Área Quilombola de Macapá-AP 
foto - Aog Rocha
O Rio Amazonas eh área de lazer para os moradores e turistas em Macapá, Amapá
Sambódromo onde acontece o carnaval de Macapá, Amapá



Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Macapá, Amapá
Aeroporto Internacional de Macapá, Amapá
A capital foi o primeiro município a ser criado no Amapá. É a única capital brasileira cortada pela Linha do Equador (que divide o planeta em dois hemisférios) e sua altitude é de 16.48m (sede). Faz limite com os municípios de Santana, Itaubal, Porto Grande, Ferreira Gomes, Cutias e Amapá. Também concentra o serviço público, abrigando as sedes administrativas estaduais e federais. Ainda ampara grande parte de todo o setor primário, com destaque para criações de gado bovino, bubalino e suíno, além de avicultura e pesca artesanal, nas chamadas regiões rurais. O açaí é outro produto que, embora procedente de regiões ribeirinhas, gera renda e movimenta divisas significativas para o município. O comércio é o setor mais promissor para a capital, com a implantação da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana (ALCMS), no início dos anos 1990, e com a Zona Franca Verde, em 2016. 
Não há acesso de carro à Macapá para quem vem de outros estados, as opções são o transporte de avião ou de barco
Cais do Porto de Macapá, Amapá
O Trapiche Eliezer Levy tem um bondinho para transporte de turistas
O maior felino das Américas, a onça-pintada, pode também ser encontrado no Amapá
Parque do Forte, que fica na área externa da Fortaleza de São José e às margens do rio Amazonas, em Macapá, Amapá
Parque Nacional de Tucumaque no Amapá é o maior parque de floresta tropical do mundo
Turismo 
Macapá é o município que apresenta significativo número de hotéis e pousadas em relação ao restante do Estado. Também concentra os cartões-postais, como o monumento Marco Zero do Equador, onde foi construído um obelisco para a observação do fenômeno do Equinócio, que marca a mudança de estações. Outro ícone da capital é a Fortaleza de São José de Macapá, construída em 1782 para proteger a cidade de invasões. O complexo Beira-Rio é formado por trapiches, quiosques e restaurantes que atraem visitantes durante todo o ano, com uma vista privilegiada da orla de Macapá. A vila do Curiaú, localizada a oito quilômetros da cidade, revela a história de remanescentes quilombolas, bela paisagem natural e riquezas da fauna e da flora. A capital ainda conta com o Estádio Olímpico Milton de Souza Corrêa, o “Zerão”, cuja linha que divide o gramado também é a Linha do Equador – os jogadores mudam de hemisfério durante as partidas. Nos balneários de Araxá e Fazendinha, os atrativos são a gastronomia, com destaque para pratos como camarão e peixes, preparados de diversas maneiras. Outro ponto forte na capital são as manifestações culturais, que misturam sabedoria popular e valores históricos e culturais, sendo o Marabaixo, com seu ciclo anual, o mais conhecido, com tocadores de caixa e dançadeiras vestidas a caráter com saias rodadas e blusas floridas.
Parque Nacional de Tucumaque no Amapá é o maior parque de floresta tropical do mundo
Ponte que dá acesso à cidade de Serra do Navio no Amapá
Extração de castanhas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, que integra o corredor de biodiversidade do Amapá
Uracentron azureum, lagarto encontrado em áreas de preservação ambiental no norte do Pará e no Amapá
Castanhas-do-Pará, bem cultivada no Amapá
Cortada pela linha do Equador, na margem esquerda do Amazonas, Macapá é a cidade mais próxima da foz do rio
O Quilombo de Curiaú fica a 14 km de Macapá, Amapá
A Maria-leque pode ser encontrada em áreas de preservação ambiental no norte do Pará e no Amapá
Parque Nacional de Tucumaque no Amapá é o maior parque de floresta tropical do mundo
Cachoeira de Santo Antônio, no rio Jari, Amapá
Fortaleza de São José do Macapá, Amapá
Cortada pela linha do Equador, na margem esquerda do Amazonas, Macapá é a cidade mais próxima da foz do rio
FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DO MACAPÁ
Acesso pela Av. Cândido Mendes (Centro) 
(96.0) 3212-5118 (Fone) 
Construída no século 18 para proteger o Rio Amazonas, tem muralhas de 15 m de altura. acesso pela Av. Cândido mendes.
Fortaleza de São José do Macapá, Amapá
Fortaleza de São José do Macapá, Amapá
MARCO ZERO 
Eh um monumento localizado na cidade de Macapá, capital do Amapá, no Brasil. Construído junto ao Estádio Milton Corrêa para marcar a passagem exata da Linha do Equador em Macapá, o Marco Zero tornou-se um dos mais importantes pontos turísticos da capital do meio mundo. O monumento é constituído de uma edificação de 30 metros de altura dotada de um círculo na parte superior, através do qual é possível visualizar o Equinócio ao menos duas vezes por ano.
Rod. Juscelino Kubitschek, km 2 
MUSEU SACACA 
Av. Feliciano Coelho, 1509 (Trem) 
Trem 
Boa chance de conhecer mais sobre a vida na Amazônia, em uma visita guiada que passa por réplicas de casas de ribeirinhos e castanheiros, maloca indígena e o batelão, barco de comércio que navegava pelos rios da região.

foto - Márcia do Carmo
MAZAGÃO
O município, na região sul do Amapá, foi implantado oficialmente em 15 de novembro de 1915. Mas o município teve origem em 23 de janeiro de 1770, com a fundação de Mazagão Velho pela Coroa Portuguesa, para abrigar famílias vindas da Mazagão Africana, uma colônia portuguesa no Marrocos que foi desativada para ser transferida para o Brasil.
Economicamente, Mazagão já foi conhecida pela sua agricultura e pelo destaque no setor oleiro-cerâmico, ambos em declínio na região. Na atualidade, o setor público é especialmente municipal, a base da economia local. No setor primário, está representado pela criação de gado bovino, bubalino, suíno, caprino e equino, avicultura e pesca. 
Mazagão Velho foi onde a cidade começou em Mazagão, Amapá
No extrativismo, são importantes a cultura de castanha-do-Brasil, a extração de madeira para a fabricação do carvão e de móveis e, ainda, a extração do látex da seringueira, comercializada fora do Estado. Quanto ao setor secundário, a extração e fabricação de palmitos de açaí, algumas serrarias e as fábricas de tijolos também ainda resistem. O comércio local também começa a ganhar força e tende a desenvolver ainda mais com a iminente inauguração da ponte do Matapi, que irá livrar de vez Mazagão de um histórico isolamento parcial para acesso à capital.
Mazagão se notabilizou pelas manifestações religiosas e culturais. A mais conhecida, a Festa de São Tiago, acontece de 16 a 28 de julho no distrito de Mazagão Velho e mistura rituais religiosos, cavalhada e teatro a céu aberto, recontando a guerra entre mouros e cristãos. A festividade acontece desde o ano de 1777. Mazagão Velho também concentra um extenso calendário de festas religiosas, tradicionais e culturais.
Apesar da notoriedade de São Tiago, a padroeira de Mazagão é Nossa Senhora da Assunção, que dá nome à Paróquia de Mazagão Novo. Na sede do município, grupos culturais como o São Sebastião, também ganham força, a exemplo do que acontece na comunidade de Carvão. Na Vila Maracá, acontece o Festival da Castanha, geralmente no mês de junho.
O município de Mazagão possui diversas cachoeiras e belas paisagens naturais. Destaque para a cachoeira do rio Maracá e para a paisagem bucólica do Lago do Ajuruxi.
A festa de São Tiago eh a mais tradicional em Mazagão, Amapá
OIAPOQUE
É a única cidade do Amapá que tem fronteira internacional – faz limite com a Guiana Francesa, Departamento Ultramarino da França na América do Sul. Por isso, é a única cidade do Amapá além de Macapá, que possui uma unidade do Exército Brasileiro. Também faz divisa com os municípios de Calçoene, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari e Laranjal do Jari.
A economia concentra-se, quanto ao setor primário, principalmente na criação dos gados bovino, bubalino e suíno e na cultura da mandioca, laranja, milho, cana-de-açúcar e outros. No setor secundário, pode-se destacar a extração de ouro, inclusive de forma clandestina em terras brasileiras e guianenses. O comércio tende a crescer com a ponte binacional que ligará os dois países, já pronta, mas ainda sem data para inaugurar. Mesmo ainda sem a ponte, moradores do outro lado vêm ao lado brasileiro comprar mercadorias e pagando em Euro.
Em 1943, ergueu-se no município um monumento à Pátria, indicativo do marco inicial do território brasileiro, onde figuram citações do hino nacional e uma placa indicativa com os dizeres: “Aqui Começa o Brasil”, o qual virou símbolo oiapoquense. Figuram, ainda, como atrações turísticas a Cachoeira Grande, a Vila Brasil, que fica na cabeceira do rio Oiapoque, o Parque Nacional do Cabo Orange e a Serra do Tumucumaque.
Monumento "Aqui começa o Brasil" em Oiapoque, Amapá
foto - Alan Kardec
PORTO GRANDE
Economicamente, Porto Grande se destaca como grande produtor de frutas como abacaxi e laranja, além de milho. O funcionalismo público também movimenta a economia da região.
No setor primário são prósperas criações de bovinos, bubalinos e suínos. Destaca-se, também, o setor extrativista vegetal, a exploração do pinho (pinus) por companhia multinacional, que extrai a celulose para a fabricação de papel. No setor secundário há a extração do dendê, por uma multinacional, além de exploração mineral. O município é o principal produtor de areia e seixo do Estado.
Visão geral da cidade de Porto grande, Amapá
Porto Grande é conhecido pela realização do Festival do Abacaxi, no mês de setembro. Mais recentemente, também introduzidos os festivais da laranja e do milho. A região é conhecida pelo balneário existente na orla da cidade, banhada pelo rio Araguari.
O Abacaxi eh a fonte de renda tradicional e tem até festival anual para homenagear a colheita e a produtividade da terra em Porto Grande, Amapá 
PRACUÚBA
A economia baseia-se no setor primário, com destaque para a pesca. Pracuúba se sobressai pela comercialização de diversas espécies de pescado, em especial a gurijuba, que, além da carne, produz a grude (a bexiga natatória), de grande valor de exportação por servir para fabricação de colas e até cosméticos. A agricultura é ainda incipiente, voltada para a subsistência, com arroz, mandioca (farinha) e milho, e extrativismo, com o açaí. A atividade pesqueira é bastante frequente nos rios e igarapés do município, principalmente a pesca artesanal de espécies como pirarucu, trairão e tucunaré. A pecuária é um setor que impulsiona a economia do município, destacando-se na criação de bovinos e bubalinos. Grande parte do rebanho abastece os mercados de Macapá.
Passeios e banhos nos lagos e igarapés, além da pesca esportiva atraem inúmeros turistas à região. Pracuúba também é rico em diversidade da fauna (marrecos, patos do mato, jaburus, guarás, garças, dentre outros) e paisagens naturais.
SANTANA
Segundo maior município do Amapá, Santana fica a 17 quilômetros a capital. Grande parte de sua história remonta à instalação, em 1950, de uma grande empresa que explorou manganês em Serra do Navio e escoava a produção pela área portuária de Santana.
A cidade é conhecida como porta de entrada fluvial do Estado. Em seus portos, chegam e partem navios e barcos que fazem linha para Belém (PA) e outras cidades do Pará e da Região Norte. Também possui o porto específico para receber navios cargueiros de grande porte de bandeira internacional. No setor primário, também abriga, em pequenas proporções, criação de gado bovino, bubalino, além de suíno. A atividade pesqueira e a extração da madeira, além, da venda de produtos como madeira e açaí também contribuem para o desenvolvimento econômico de Santana.
Santana mantém sob o seu domínio o Distrito Industrial do Amapá, cujo parque sofre constante ampliação. Lá funcionam diversas empresas e indústrias. O porto de embarque e desembarque de produtos para exportação, como cavacos de pinho e minérios, também impulsionam a economia.
Como atração turística, a Ilha de Santana se notabiliza, já servindo, inclusive, de cenário para filmes. Na região, também há vários balneários que atraem grande número de visitantes nos fins de semana. No Igarapé da Fortaleza se concentram restaurantes com cardápio variado. As manifestações religiosas ficam por conta de comunidades como Igarapé do Lago, com a tradição da festa de Nossa Senhora da Piedade.
Matriz de Nossa Senhora da Piedade em Santana, Amapá
SERRA DO NAVIO
A história de Serra do Navio é marcada pela implantação de um megaprojeto de mineração na Amazônia, em 1950, que perdurou por quase cinco décadas – a cidade foi projetada para abrigar os funcionários. Com a indústria mineradora, vieram as construções com padrões norte-americanos que até hoje ainda podem ser vistas na região. Com a desativação da mineradora, Serra do Navio passou por profunda transformação, passando cidade “modelo” à cidade “fantasma”. Ainda abriga empresas mineradoras, mas de menores proporções. 
Na economia, além da mineração, também se destaca o setor primário, com produção de mandioca, arroz, milho e principalmente cupuaçu, na região rural de Serra. Comércios e serrarias também ajudam a movimentar a economia da região. O funcionalismo público também tem papel significativo na vida econômica de Serra do Navio. 
Uma das atrações de Serra do Navio é o clima, que em certas épocas do ano se assemelha a outras regiões mais frias do país, por estar localizado em uma região serrana. A própria paisagem da cidade e do entorno se converte em atração para o visitante. A cidade organiza ainda o Festival do Cupuaçu, no mês de setembro. O evento celebra a produção da fruta, com comercialização de polpa e derivados como sucos, tortas e geleias; da semente do cupuaçu também se produz chocolate branco.
TARTARUGALZINHO
A economia de Tartarugalzinho tem como foco o funcionalismo público e arrecadação de impostos, além do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
No setor primário, destaca-se a criação de gado bovino e bubalino (em maior proporção), além de suínos. A agricultura é de subsistência (mandioca, laranja etc.), além da pesca ser artesanal.
A existência de uma selva preservada, onde os quelônios se reproduzem, além de áreas propicias à realização de passeios ecológicos e pesca esportiva, fazem de Tartarugalzinho um lugar com grande potencial para o turismo ecológico. Isso se fortalece também com os banhos nos lagos próximos ao município.
VITÓRIA DO JARI
A principal base econômica do município é a agricultura, com escoamento de produção, além de comércio e serviços. Fazem parte deste cenário plantações de milho, banana, melancia, abóbora, arroz, mandioca, etc. Na pecuária, a criação de gados bovino e bubalino. As principais atividades produtivas são cooperativas voltadas ao extrativismo. A economia do município também gira em torno de uma fábrica de celulose, empresa sediada no vizinho Pará, que mantém em seu quadro centenas de empregados de Vitória.
Reforçam ainda a economia a extração do caulim, também por uma empresa no lado paraense, além da extração de castanha-do-pará por uma cooperativa. No setor terciário figuram pequenas mercearias, bares, boates e lanchonetes. Entretanto, a maior parte da renda na cidade é oriunda de salários dos funcionários públicos.
No município é possível fazer passeios de catraias (pequenas embarcações) pelo Rio Cajari e, à noite, uma visão deslumbrante da fábrica da Jari, que fica do outro lado do rio. Na parte mais alta, existe um espaço que funciona como observatório. Além disto, são permitidas visitações à mina de extração do caulim.
AMAPÁ
A região é atendida regularmente por linhas de ônibus que partem de Macapá. Com uma população estimada em 8.622 habitantes, entre as atividades econômicas que se destacam está a pecuária, com ênfase para a criação de búfalos, e a pesca.
O nome do município de Amapá, assim como o do Estado do Amapá, originou-se de uma espécie de árvore brasileira (amazônica) chamada amapazeiro, que possui um tronco volumoso, um metro de diâmetro na base, casca espessa, por onde escorre um abundante leite branco: o leite de Amapá. Os frutos, em formato de maçã, são bastante saborosos, entretanto, é na farmacopeia que o leite do Amapá tem maior aproveitamento. É utilizado para combater diversos males, dentre os quais a tuberculose e problemas gastrintestinais. Antigamente era comercializado, embora em pequenas quantidades, até mesmo para o sul do país.
Uma boa opção de passeio em Amapá é a Base Aérea, usada pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, os restos de materiais e construções fazem com que o local seja uma espécie de museu a céu aberto.
O município de Amapá também é acesso à Cachoeira Grande – apesar da proximidade, o local pertence ao município de Calçoene. O espaço oferece um banho de águas cristalinas e de paisagem exuberante. No inverno, a água corrente cobre as centenas de pedras, que no verão são vistas e servem de caminho para atravessar a cachoeira. 
PRATOS TÍPICOS 
Entre os pratos típicos está a maniçoba, vatapá, pato no tucupi, caldeirada, é um prato típico da região, feita com peixe em postas (dourado, filhote, pescada amarela, tucunaré etc.), temperos, ovos, azeite e tucupi. Bolo de macaxeira, caruru e o tacacá, uma iguaria não só do Amapá, mas também da região amazônica brasileira, em particular do Acre, Pará, Amazonas e Rondônia. É preparado com um caldo fino de cor amarelada chamado tucupi, sobre o qual se coloca goma, camarão e jambu. Serve-se muito quente, temperado com sal e pimenta, em cuias. 
Sua origem é indígena e, segundo Câmara Cascudo, deriva de um tipo de sopa indígena denominada mani poi. Câmara Cascudo diz que “Esse mani poí fez nascer os atuais tacacá, com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta, sal, às vezes camarões secos.” 
foto - Divulgação
foto - Divulgação
foto - Divulgação
FESTAS E DANÇAS TRADICIONAIS 
FESTA DE SÃO TIAGO
A Festa de São Tiago é um evento tradicional no município de Mazagão, na área conhecida como Mazagão Velho. Os festejos se iniciam na segunda quinzena de julho e retratam as batalhas travadas entre mouros e cristãos. Um dos motivos pelos quais a festa é realizada é fato de que em 1770, 163 famílias de colonos portugueses se mudaram para esta área. Desde 12 de Junho de 2012, o dia 25 de julho é feriado estadual. 

CÍRIO DE NAZARÉ
A história do Círio de Nazaré na cidade de Macapá se inicia em no ano de 1934. A então primeira dama da capital, Ester Benoniel Levy, comandou um grupo de senhoras religiosas, que faziam parte da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria, na realização do evento. O número de fiéis que compareceu ao evento ultrapassou o número de fiéis que compareceu a festa do padroeiro da cidade, São José. Assim como no estado do Pará, o evento é realizado no segundo domingo do mês de Outubro e segundo os últimos levantamentos da Polícia Militar, mais de 300 mil pessoas participam todo ano da passeata. Atualmente, a saída é da Igreja Nossa Senhora de Fátima com destino à Igreja de São José de Macapá, na rua São José. 
MARABAIXO 
Eh uma dança típica do Amapá que é celebrada nos meses de: maio, junho e julho na capital do estado, Macapá. O ritual começa com o batuque com o Ramo da Aleluia, onde os devotos dançam até o Marabaixo do Senhor do Quinto Domingo. A dança também é realizada no Curiaú (distrito de Macapá). Recentemente, um projeto de lei libera o ritual (no que tange hora) para que ele ocorra até o amanhecer. O traje dos homens consta de uma camisa branca com bordados, calça branca, chapéu de palha enfeitado com fitas e sandálias de couro, enquanto o traje das mulheres era composto de camisa de renda, saia estampada e rendada, anáguas, arranjos naturais na cabeça (flores) e calçadas com sandálias de couro. 
RPPN REVECOM
Área de mata junto ao Rio Amazonas. A trilha Maracá passa por diversos cenários: você pode conhecer um pouco dos ecossistemas locais e ver morcegos, cutias e outros animais em liberdade. No fim do passeio, que dura duas horas, há viveiros com espécies capturadas de caçadores.

ONDE COMER
CANTINHO BAIANO
Especialidade: pescados
De R$ 26,00 a R$ 50,00
Horário de funcionamento:
2ª/5ª 11h/15h45 e 18h/23h45, 6ª/sáb 11h/16h e 18h/0h, dom 11/16h
Av. Beira-Rio, 328 (Santa Inês), 15 km
Sta. Inês
foto - Divulgação
foto - Divulgação
FLORA
Especialidade: pescados
De R$ 26,00 a R$ 50,00
Horário de funcionamento:
2ª/dom 11h/16h
Rod. Salvador Diniz, 1370-A (Igarapé da Fortaleza, mun. de Santana), 13 km
Igarapé da Fortaleza
foto - Divulgação
foto - Divulgação
SANTA CLARA
Especialidade: comidinhas
Até R$ 25,00
R. Leopoldo Machado, 2466 (Centro)
foto - Divulgação
foto - Divulgação
TOKYO
Especialidade: japonesa
De R$ 26,00 a R$ 50,00
Av. Binga Uchoa, 30 (Centro)
foto - Divulgação
foto - Divulgação
ONDE FICAR
ATALANTA
Av. Coaracy Nunes, 1148 (Centro)
atalantahotel.com.br
foto - Divulgação
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IBIS
R. Tiradentes, 303 (Centro)
accor.com.br
foto - Divulgação
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AMAZON PLAZA
Av. Beira-Rio, 208 (Santa Inês)
foto - Divulgação
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foto - Divulgação
HOTEL DO FORTE
Av. Beira-Rio, 248 (Centro)
foto - Divulgação
foto - Divulgação
foto - Divulgação
ESTA EH A BANDEIRA DO ESTADO DO AMAPÁ, BRASIL
ESTE EH O BRASÃO DO ESTADO DO AMAPÁ, BRASIL


fonte / fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Wikipédia / amapa.gov.br / Divulgação / viajeaqui.abril.com.br / Portal da Prefeitura de Macapá / 



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PEDRA AZUL / FORTALEZA DE PEDRAS

BOM DIA. SEJA MUITO BEM VINDO A PEDRA AZUL. A FORTALEZA DE MINAS. copyrigth "Paulo Marcio"
PEDRA AZUL EH UMA CIDADE QUE FICA NO VALE DO JEQUITINHONHA E TEM ATUALMENTE: 23.843 HABITANTES (IBGE 2010) QUE NASCE EM PEDRA AZUL É: PEDRA-AZULENSE (PEDRAZULENSE) O IDH DO MUNICÍPIO É DE: 0,660 - CONSIDERADO MÉDIO PELOS INDICADORES DA ONU. A TEMPETATURA MÉDIA DA CIDADE É DE: 24°. FORAM REALIZADOS EM PEDRA AZUL, 77 CASAMENTOS EM 2010. NÃO ACONTECEU NENHUMA SEPARAÇÃO E NENHUM DIVORCIO. A CIDADE FAZ ANIVERÁRIO EM 1º DE JUNHO. A pecuária, atividade primeira na história econômica do lugar, continua sendo básica para a sua receita. Colonizada por vaqueiros nordestinos, que ali chegaram em busca de pastagens para seu gado, a região herdou deles a tradição do trato com grandes rebanhos, principalmente o gado de corte, mas não se esqueceu dos cuidados com o subsolo. Os primeiros moradores do atual município foram Manoel José Botelho, em 1822, e o padre Manoel Fernandes, em 1834, após o grande incêndio …

PEQUI / MINAS GERAIS - Descer de tobogã em cachoeira numa belíssima vista da cidade e cidades vizinhas, com existência de grutas, grotas e rica vegetação natural

LINHA DO TEMPO DA CIDADE DE "PEQUI" / MINAS GERAIS / BRASIL foto (acima) Thymonthy Becker BEM VINDO A CIDADE DE PEQUI. AOS PÉS DA SERRA DO RIO DO PEIXE. Pórtico da estrada da cidade de Pequi, Minas Gerais foto - Thymonthy Becker População estimada 2016 (1) - 4.369 Área da unidade territorial 2015 (km²) - 203,991 Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 19,98 Código do Município 3149606 Gentílico - pequiense ORIGEM DO NOME O termo significa, em tupi, "coxa áspera", e origina-se de um velho e frondoso pequizeiro, que existiu em frente a uma venda no largo da igreja, cuja sombra abrigava a população que ali se reunia Gentílico: pequiense Histórico Pequi  Minas Gerais - MG HISTÓRICO A fixação da povoação do atual município deve-se, principalmente, aos solos férteis e ao grande número de córregos e riachos que cortam a região. Pequi foi criada em 1841, quando o distrito de Santo Antônio de São Joanico, no município de Pitangui, foi dividido em dois: Pequi e Maravilha.…

RIBEIRÃO DAS NEVES / MG

BEM VINDO A CIDADE DE RIBEIRÃO DAS NEVES. A MAIOR HETEROGENEIDADE RELIGIOSA DO BRAZIL imagem  - Reo 06 RIBEIRÃO DAS NEVES TEM 296.317 HABITANTES - IBGE 2010 QUEM NASCE EM RIBEIRÃO DAS NEVES EH: NEVENSE A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 12 DE DEZEMBRO E FOI EMANCIPADA EM 1.953 ORIGEM DO NOME Muito se fala sobre o nome Ribeirão das Neves, mas pouco sabemos oficialmente sobre este nome. Temos duas versões: Primeira versão: Advém do córrego que passa cortando o centro da cidade. Segundo a lenda, este pequeno córrego que nasce no Morro do Anil, próximo ao Bairro Várzea Alegre, em épocas de frio, ficava com uma temperatura bem abaixo, a ponto de esfriar o suficiente para ocasionar gelo. Dai o nome RIBEIRÃO DAS NEVES. Segunda versão: Advém da Padroeira do Município, Nossa Senhora das Neves, que segundo a lenda, apareceu para alguns fiéis, no alto do morro central que separa o centro comercial do Bairro Santa Martinha. Hoje, próximo ao Cemitério Senhor da Paz, cuja imagem demonstrava beleza e altivez. Seus…

CARATINGA / CIDADE ESPERANÇA / TERRA DAS PALMEIRAS

SEJA SEMPRE BEM VINDO A CIDADE DE CARATINGA. A CIDADE DO MENINO MALUQUINHO
copyrigth "?" ORIGEM DO NOME
A denominação do município Caratinga, de origem indígena, (cará / tinga = branco) é devido à falta de alimentação diversificada, o que fazia com que os primeiros habitantes da região se alimentassem de um tubérculo muito encontrado na região na época do povoamento, um cará-branco que servia de alimento para os índios CARATINGA TEM ATUALMENTE, 85.322 HABITANTES. QUEM NASCE EM CARATINGA É: CARATINGUENSE. O IDH DO MUNICÍPIO É DE: 0,754 - CONSIDERADO MÉDIO PELOS INDICADORES DA ONU. A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 24 DE JUNHO. FOI FUNDADA EM 1848 EM CARATINGA, FORAM REALIZADOS EM 2010, 513 CASAMENTOS 056 SEPARAÇÕES 079 DIVÓRCIOS. HISTÓRIA
Em 1841 aportou por estas terras o grande desbravador Domingos Fernandes Lana, que aqui permaneceu até 1847.
No final desse ano, João Caetano do Nascimento, João Antônio de Oliveira e João José, bravos pioneiros, vieram de mudança, trazendo suas famílias,…

DIANÓPOLIS / TOCANTINS - Berço cultural do estado, tem mais à oferecer, cascatas, cachoeiras, museu e "garganta"; platô da serra geral com cânions e mirantes

LINHA DO TEMPO DA CIDADE DE "DIANÓPOLIS" / TOCANTINS / BRASIL DIANÓPOLIS
BEM VINDO A CIDADE DE DIANÓPOLIS. CIDADE DO DIANOFOLIA
imagem - ? População estimada 2016 (1) - 21.457
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 3.217,313
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 5,94
Código do Município 1707009
Gentílico - dianopolino
ORIGEM DO NOME DE DIANÓPOLIS, TO
A origem do nome "Dianópolis" está relacionada a Francisco das Chagas Moura, que foi prefeito do município entre os anos de 1934 a 1938. Então, a cidade chamava-se "São José do Du•ro". "Duro" era uma simplificação de "D´ouro", uma vez que a região era rica em ouro em seu subsolo. Quando prefeito, Francisco Moura indicou que a cidade fizesse uma homenagem às senhoras do lugar que chamavam-se "Custodiana", conhecidas pela alcunha de "Diana". Daí a indicação da cidade passar a chamar-se "Dianópolis", quer dizer, "Terra das Dianas".
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NOVA ERA / CIDADE DAS ESMERALDAS

BOM DIA. BEM VINDO A NOVA ERA
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 AQUI, O RIO PIRACICABA, CORTANDO A CIDADE
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ESTE RIO, FICOU FAMOSO COM A MÚSICA CANTADA POR "SERGIO REIS" - RIO DE PIRACICABA QUEM NASCE EM NOVA ERA É: NOVAERENSE O "IDH" SO MUNICÍPIO É DE: 0,792 - CONSIDERADO "MÉDIO" PELOS INDICADORES DA "ONU" O NOME "NOVA ERA" FOI UMA SUGESTÃO DO ENTÃO GOVERNADOR "BENEDITO VALADARES" QUE ACREDITAVA QUE UMA NOVA ERA DE PROGRESSO VIRIA PARA A REGIÃO DO VALE DO RIO DOCE, COM A CRIAÇÃO DO ESTADO NOVO. DADOS DA POPULAÇÃO, SEGUNDO O IBGE: (CENSO 2010) População total:.......... 17.540População urbana:....... 15.421População Rural:.......... 2.119Taxa de Urbanização:.... 86,23%Distâncias aproximadas aos principais centros (km)Belo Horizonte:.... 137Rio de Janeiro:..... 572São Paulo:.......... 723Brasília:.............. 886Vitória:................ 510VISÃO GERAL DA CIDADE
foto - ? NOVA ERA TEM APROXIMADAMENTE, 18.000 HABITANTES. A CIDADE FOI FUNDADA EM MARÇO DE 17…

VARZEA DA PALMA - NO CAMINHO DA BAHIA

BEM VINDO A CIDADE DE VARZEA DA PALMA. 
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QUEM NASCE EM VARZEA DA PALMA EH: VÁRZEA PALMENSE
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SÃO JOAQUIM DE BICAS

ESTA EH A CIDADE DE SÃO JOAQUIM DAS BICAS. CERCADA POR UMA PAISAGEM EXUBERANTE. TERRA NATAL DO MESTRE PEDRO AMARAL BAMBIRRA imagem - Mavalwie QUEM NASCE EM SÃO JOAQUIM DAS BICAS EH SANJOAQUIMBIQUENSE A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 21 DE DEZEMBRO FOI FUNDADA EM 1995 SÃO JOAQUIM DE BICAS TEM  25.537 HABITANTES - IBGE 2010 - ORIGEM DO NOME Uma imagem de São Joaquim foi esculpida em madeira e colocada no topo do altar de uma capelinha que haviam construída para rezarem ao entardecer, marcando a fé e a religiosidade do povo do nosso município. A imagem de São Joaquim e a vegetação deram o primeiro nome ao arraial: São Joaquim do Campo Verde. Com o passar dos anos, o lugar passou a ser chamado de São Joaquim de Bicas, porque a busca de minerais no leito do Rio Paraopeba englobava a dragagem dos cascalhos que depois eram lavados com jatos de água (bicas). HISTÓRIA A religião foi um fato marcante na história do arraial. Os primeiros moradores construíram uma capelinha para a realização de novenas e oraçõ…

PARACATU / RICA EM CULTURA E PATRIMÔNIO HISTÓRICO

BEM VINDO A CIDADE DE PARACATU. CIDADE NATAL DE AFONSO ARINOS
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PARACATU TEM 84.718 HABITANTES - IBGE 2010 -
QUEM NASCE EM PARACATU EH: PARACATUENSE
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 20 DE OUTUBRO E FOI FUNDADA EM 1.728
ORIGEM DO NOME "Paracatu" é um termo de origem tupi que significa "rio bom", através da junção dos termos "Pará" ("rio") e "Katu" ("bom") Paracatu pertence ao seleto grupo das dez cidades nacionalmente tombadas em Minas Gerais, o que a coloca no patamar de um dos municípios mineiros mais ricos culturalmente e patrimonialmente, sendo integrante também da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais.
HISTÓRIA

Não existe consenso entre os historiadores sobre a data efetiva em que foi descoberta e povoada a região de Paracatu. De qualquer forma, admite-se que o território paracatuense já era conhecido desde o final do século XVI pelos brancos, que vinham da Vila de São Paulo com objetivos de conquista, não …

OLIVEIRA / MINAS GERAIS - A terra Natal do Cientista "Carlos Chagas" eh repleta de belíssimos casarões que contam a história da cidade

LINHA DO TEMPO DA CIDADE DE "OLIVEIRA" / MINAS GERAIS / BRASIL BEM VINDO A OLIVEIRA. TERRA DO CIENTISTA DESCOBRIDOR DA DOENÇA DE CHAGAS copyrigth "PMO" Esta Figueira se desenvolveu abraçada a um coqueiro, derivando daí o nome “coqueiro abraçado”, o fenômeno biológico não é único, mas bastante raro  e em Oliveira se transformou no maior símbolo da cidade, pois está ligado aos sentimentos de carinho e amor, além de ensejar a harmonia indispensável a uma comunidade urbana, sendo um exemplo da natureza para o Homem. O coqueiro abraçado está localizado na região central da cidade. AQUI, O MORRO DO CRISTO
copyrigth "PMO"
População estimada 2016 (1) - 41.739 Área da unidade territorial 2015 (km²) - 897,294 Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 43,98 Código do Município 3145604 Gentílico - oliveirense
ORIGEM DO NOME O topônimo registra duas versões: segundo uns, originou-se da presença de oliveiras entre as árvores frutíferas…