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MARECHAL DEODORO / ALAGOAS - A primeira capital de Alagoas, Patrimônio Histórico Nacional, numa simpática viela de colorido casario colonial, nasceu Marechal Deodoro da Fonseca




LINHA DO TEMPO DA CIDADE DE "MARECHAL DEODORO" / ALAGOAS / BRASIL
O centro histórico de Marechal Deodoro em Alagoas tem muitas construções antigas, mas nem tudo está preservado
A primeira capital de Alagoas ganhou, em 2006, o título de Patrimônio Histórico Nacional. Reúne um conjunto de dez igrejas, a maioria em ruínas. Entre elas estão a Senhor do Bonfim (1755), no bairro de Taperaguá, a N.S. do Amparo (1757), na Rua Ladislau Neto, e o importante complexo (atualmente em restauração, fechado para visitas) onde ficam o Museu de Arte Sacra, o Convento de São Francisco e a Igreja de Santa Maria Madalena. A casa onde o Marechal Deodoro da Fonseca viveu até os 16 anos é um museu, na rua que leva o seu nome (uma simpática viela de colorido casario colonial). Você pode estacionar o carro ali e, com um guia do museu, conhecer os arredores.
foto - ?
População estimada 2016 (1) - 51.715
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 332,140
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 138,62
Código do Município 2704708
Gentílico - deodorense
ORIGEM DO NOME
Eh uma homenagem ao proclamador da república do Brasil, Marechal Deodoro da Fonseca.
Gentílico: deodorense
HISTÓRICO
Depois do descobrimento do Brasil pelos portugueses, os franceses começaram a se interessar pelo pau-brasil. Aportaram, então, numa praia perto da mata, onde hoje está situada a Praia do Francês, no atual município de Marechal Deodoro, e passaram a contrabandear a madeira com a ajuda dos índios Caetés.
Com o objetivo de defender a sua nova colônia, a Coroa Portuguesa dividiu o país em 15 lotes, ou Capitanias Hereditárias, que eram entregues a donatários que tinham o direito de guardá-la militarmente, fundar vilas e povoados. Tinham a obrigação, porém, de pagar impostos à Coroa.
Coube a Duarte Coelho Pereira a Capitania de Pernambuco, que continha o território do que hoje é o Estado de Alagoas.
O donatário, resolvendo pôr fim ao contrabando do pau Brasil, combateu os franceses e todos os índios que os ajudaram, fazendo, desta forma, inimizade com os Caetés.
Em 1554, acreditando estar tudo sob controle, Duarte Coelho foi a Portugal, vindo a falecer lá. Quando tomaram conhecimento da morte do donatário, os Caetés começaram a atacar os povoados. Foi num desses ataques que os índios antropófagos mataram e comeram o Bispo D. Pero Fernandes Sardinha, que tinha naufragado no Rio Coruripe.
A Capitania começou a desenvolver-se com o plantio de cana-de-açúcar, o que levou ao aparecimento de muitos engenhos. Em pouco tempo foi necessário reordenar a capitania, dividindo-a em sesmarias.
A Sesmaria de Madalena ficou sob a responsabilidade de Diogo de Melo e Castro, e tinha os seguintes limites: cinco léguas do litoral da Pajuçara, ao Porto do Francês, com sete léguas de frente a fundos para o Sertão e mais quatro léguas da boca do Rio Paraíba.
Mas, não cumprindo as regras de povoamento da sesmaria em cinco anos, o primeiro sesmeiro perdeu a concessão, sendo substituído por Diogo Soares da Cunha. Esse fundou a vila denominada Madalena de Subaúma, deixou-a aos cuidados do Capitão-mor Henriques de Carvalho, e voltou para Portugal. Foi então que seu filho, Gabriel Soares da Cunha, assumiu a chefia do patrimônio, com o título de Alcaide-mor de Madalena.
A vila começou a desenvolver-se onde hoje é o bairro de Taperagua, uma planície em volta ao Rio Sumaúma e a Lagoa Manguaba. Um lugar de visão privilegiada permitia que o inimigo fosse vigiado.
Em 1630, os holandeses invadiram a Capitania de Pernambuco, mas mesmo assim a sesmaria de Madalena de Subaúma crescia, tendo a agricultura como principal fator de desenvolvimento. Muitos engenhos surgiam e já era fabricado e exportado o açúcar da região. Neste cenário, o quarto Donatário da Capitania de Pernambuco, Duarte de Albuquerque Coelho, criou a Vila de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul.
Não tardou para que a Vila de Santa Maria Madalena se tornasse a mais desenvolvida da época. Foi então que passou a abrigar a sede da Comarca de Pernambuco.
Esta comarca teve 17 ouvidores, sendo o último António José Ferreira Batalha, o temido Ouvidor Batalha e, foi graças a sua administração o Rei D. João VI assinou o Decreto Régio que separou politicamente Alagoas de Pernambuco, no dia 16 de Setembro de 1817. A situação econômica da recém criada capitania era destaque, principalmente de duas vilas: a de Alagoas da Lagoa do Sul (atual Marechal Deodoro) e Maceió.
Em 1823, num cenário de lutas para consolidar a independência do Brasil, a vila de Alagoas recebeu o foral de cidade e passou a ser sede da capital da Província, sendo o primeiro Presidente Nuno Eugênio de Lossio e Seiblitz.
Em abril de 1838 Agostinho da Silva Neves assumiu a Província e, no ano seguinte, transferiu o cofre do tesouro para Maceió. Era o início da mudança de capital. Assim, no dia 9 de dezembro de 1839, foi sancionada a Resolução Legislativa n.º 11, transferindo a metrópole para Maceió.
Filho do Coronel Manuel Mendes da Fonseca e pertencente a uma família de tradição militar, o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca ingressou na Escola Militar do Rio de Janeiro em 1843, com pouco mais de 15 anos.
Participou ativamente da guerra entre Uruguai e Paraguai, voltando de lá com o título de Coronel.
Em 1884 passou a ser Marechal e cinco anos após, no dia 15 de novembro de 1889, proclamou a República Brasileira. Sendo o primeiro Presidente da República do Brasil, permanecendo no cargo até ao dia 23 de novembro de 1891, quando, já muito doente, passou o cargo para o também alagoano Marechal Floriano Peixoto.
Depois da renúncia de Deodoro, muitas rebeliões assolaram o país. O Congresso exigiu novas eleições para presidente. Mas Floriano foi irredutível. Os militares fizeram diversos manifestos pela volta de Deodoro. Mas enquanto isso, sua saúde piorou gradativamente, até que o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca morreu ao no dia 23 de agosto de 1892.
foto -  Sérgio Falcetti
ARTESANATO
Marechal Deodoro: sinônimo de interação entre natureza e a arte. O município mostra exemplos do que há de mais belo no artesanato, com as rendas como o labirinto e o filé, unindo a beleza das cores à suavidade dos fios.
A cada passo que se dá em Marechal Deodoro pode-se apreciar algum tipo de artesanato feito pelos moradores locais. Ora vê-se uma senhora sentada à porta de casa manuseando a agulha e a linha para produzir uma blusa de filé, ora encontra-se um artesão moldando tiras de palha para fazer uma cesta. Faz parte da tradição de cada família: os filhos aprendem com os pais, as filhas com as mães, tias ou avós. Definitivamente o artesanato está enraizado na cultura de cada família, tal como a música.
Cena muito comum na cidade de Marechal Deodoro, Alagoas
Para o visitante que chega e se encanta com as artes deodorenses, nada melhor do que visitar o Espaço Cultural Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul. Um prédio bonito, que dantes abrigava o armazém do arroz, foi recentemente restaurado e transformado num pólo, onde 183 artesãos dividem oito oficinas e vendem diretamente ao turista peças confeccionadas nos pontos tipicamente deodorenses, como filé, bilro, singeleza, labirinto, richeliê, além de ponto cruz, tricô, crochê. Outras peças ainda são feitas a partir do fuxico, mosaico e do trançado das titaras.
Nas mãos de habilidosas rendeiras, o bordado transforma-se num dos mais importantes trabalhos para a economia de Marechal Deodoro. E, percebendo a projeção que o artesanato deodorense alcança em todo o país e no exterior – e a importância que o mesmo representa para a cultura local – a administração municipal visa desenvolver iniciativas para reativar as antigas tradições artesanais. No próprio Centro Cultural, algumas ações já são viabilizadas neste propósito.
E, como prova da força do trabalho artesanal de Marechal Deodoro, as rendas confeccionadas no local ultrapassaram as fronteiras do país, com a beleza das cores e suavidade dos fios. Muitos dos artigos produzidos no município já podem ser encontradas em Miami e países europeus. É Marechal mostrando as cores de Alagoas para o mundo! Mas a produção artesanal deodorense não se limita aos fios coloridos das rendas. Embora ainda em pequena escala, o município conta com uma produção artesanal de instrumentos musicais, bonecos articulados de madeira e utensílios de pesca em geral. O fabrico de embarcações para pesca é facilitado pela boa adequação da jaqueira e mangueira, abundantes em todo o centro e arredores da cidade.
Ainda em Marechal Deodoro, mais especificamente no povoado de Barra Nova, o visitante pode encontrar um tipo de artesanato diferenciado, produzido em porcelana que mescla diferentes técnicas de pintura em vidro, e também na fundição de pedaços de vidro para a elaboração de painéis, vitrais, na ilustração de paredes e na confecção de objetos decorativos, conferindo também extrema beleza a objetos de uso diário como xícaras, pratos e tigelas.
Labirinto
Trabalho artesanal que consiste em desfiar um tecido esticado num tear, depois risca-se o desenho que dará forma à renda e começa-se então o bordado. Como o tempo de execução pode ser bastante demorado, algumas famílias dividem as etapas de cada peça de Labirinto.
Filé
Também executado num tear, o Filé inicia-se armando uma malha quadriculada, ao fundo, com um tecido que assemelha-se a uma rede de pesca. Com uso de linha de cor branca, compõe-se desenhos em barras estampadas.
Cultura de Marechal Deodoro
O município de Marechal Deodoro tem na cultura uma das suas mais fortes características. Das ruas da cidade soam acordes musicais como se cada pedra contasse um pouco de história, embalada pelo som das suas filarmônicas. As pessoas nascidas nesta terra têm nas mãos algo de delicado, próprio para o artesanato, para as rendas tão famosas.
É de Marechal Deodoro o famoso Nélson da Rabeca, músico virtuose que decidiu enveredar pela arte aos 60 anos de idade, depois de construir o seu próprio instrumento. Hoje, o ex-cortador de cana-de-açúcar viaja pelo País inteiro levando consigo a esposa, dona Benedita, sua rabeca e os ritmos que aprendeu na sua terra natal: baião, xote, xaxado e a marcha.
Mas a tradição artística do município não fica por aí. Andar pelas ruas do centro da cidade ou pelos povoados de Marechal Deodoro implica estar perto de exemplares típicos do artesanato alagoano, das rendas delicadas feitas pelas artesãs locais. Pontos como o filé e o labirinto são ensinados de mãe para filhas. E, os filhos, aprendem com os pais a arte de pescar ou o jeito ágil de moldar estátuas em argila ou madeira.
As tradições populares também são bem resguardadas em Marechal. Grupos folclóricos fazem questão de preservar folguedos como o pastoril, o coco-de-roda ou o guerreiro, a fim de mostrar aos visitantes e ensinar às futuras gerações a essência do povo das Alagoas.
A religiosidade é outro traço marcante do município. Além das suas belíssimas igrejas centenárias, as festas em honra de santos são um costume preservado ao longo dos tempos. A festa da padroeira Nossa Senhora da Conceição, por exemplo, tem tanto de religioso, quanto de teatral. Um espetáculo que leva, sem dúvida, os espectadores a uma viagem através dos séculos.
Respirar os ares do século XVII e XVIII pelas ruas estreitas e antigas da cidade é, sobretudo, penetrar nos cenários de importantes acontecimentos históricos. Entrar no clã dos Fonseca, a casa da família de Marechal Deodoro; no belíssimo Museu de Arte Sacra de Alagoas, com peças raríssimas e de grande valor para o patrimônio sacro brasileiro. Os casarões e as famosas igrejas completam uma preciosa arquitetura que pode ser apreciada na cidade que mereceu ser a primeira capital do Estado.
Folclore:
Mais uma das manifestações populares preservadas em Marechal Deodoro
As tradições populares são bastante cultuadas no município de Marechal Deodoro. Os folguedos, as bandas de pífanos e filarmônicas, a literatura de cordel, entre outros, dão vida renovada aos costumes seculares e têm a continuidade garantida pelas gerações mais novas.
Dentre os folguedos mais representados, destacam-se o pastoril, o guerreiro, as quadrilhas, as cavalhadas, o boi de carnaval, os bonecos de carnaval, o coco-de-roda, o toré, a chegança e as baianas. Este último merece destaque por ser composto por senhoras da terceira idade que esbanjam saúde e vitalidade nos ensaios semanais. Além disso, elas se organizam para confeccionar as roupas usadas nos espetáculos e fazer outros trabalhos manuais que, vendidos, geram receita em prol da associação da qual fazem parte.
Marechal é também uma cidade extremamente musical; são gerações de músicos que levam à frente a veia musical existente nos moradores. É raro encontrar uma família deodorense que não tenha pelo menos um membro envolvido com a música. Os folguedos mais expressivos ocorrem normalmente nas festas populares como o Carnaval, São João e Natal.
Grupos vestidos com roupas especiais se manifestam cantando a representação de um drama e, ao mesmo tempo, dançando. Em suas manifestações registram-se claramente, a poesia popular, o artesanato, a dança, as alegrias e a música, caracterizadamente de domínio público.
Música
Os acordes que embalam cinco séculos de gerações. A musicalidade deodorense é uma coisa natural. Os nativos da região costumam dizer que, no município, as crianças já crescem com um pífano na boca. Exageros à parte, o fato é que praticamente todas as famílias possuem ao menos um membro envolvido diretamente com a música.
Essa íntima ligação com as artes musicais está exposta na quantidade de grupos oficiais existentes no município. Algumas filarmônicas e associações oficiais como a Banda de Pífanos “Esquenta Muié”, a Sociedade Filarmônica Santa Cecília e a Filarmônica Manoel Alves Santos representam essa riqueza cultural que passa de geração para geração através dos tempos.
No Encontro Nacional de Coros de Maceió (ENCORAMA), que há cinco anos acontece simultaneamente em Maceió e em Marechal Deodoro, a população marca sua presença anualmente para prestigiar os filhos de sua terra e apreciar os espetáculos ofertados. Este ano, além dos coros oriundos de diversas partes do Brasil, a cidade recebeu uma Tuna Acadêmica de Coimbra (Portugal) – grupo constituído por estudantes que tocam músicas tradicionais lusitanas, embalados pelos belíssimos acordes da guitarra portuguesa e pelo acordeom.
AQUI A CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
foto -  Sérgio Falcetti
imagem - Rodrigo 7
IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
foto -  Sérgio Falcetti
IGREJA DO SENHOR DO BONFIM
foto -  Sérgio Falcetti
CAPELA DA BOA VIAGEM
foto -  Sérgio Falcetti
MUSEU DE ARTE SACRA
foto - Wikipédia
PRAIA DO FRANCES
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foto - Rodrigo 7
foto -  Sérgio Falcetti
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CASA ONDE NASCEU O PRIMEIRO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DO BRAZIL. MARECHAL DEODORO DA FONSECA.
foto -  Sérgio Falcetti
Marechal Deodoro possui grande valor histórico, principalmente por ter sido a primeira capital do Estado e berço do proclamador da República, que deu nome à localidade. Tombada pelo Patrimônio Histórico, tem valor arquitetônico riquíssimo, onde se destaca o complexo franciscano de Santa Maria Madalena. O município é banhado pelas lagoas Mundaú e Manguaba. E tem como atrativos naturais a Ilha de Santa Rita (maior ilha lacustre do país e área de preservação ambiental), a prainha, a Praia do Saco (própria para o nudismo), a Bica da Pedra, o povoado de Massagueira e a conhecida Praia do Francês. Os eventos são: Campeonatos de Surf, Festival de Verão, Carnaval, Festa do Pato, Baile Histórico, São João, Festival Lacustre e Encontro Cultural.
A paixão pela música se faz presente por ali em quatro antigas orquestras; em bandas de pífanos, como a Esquenta Muié, e na obra do compositor Nelson da Rabeca, ilustre filho local. Outro orgulho é o delicado e colorido filé, renda típica da terra.
MONUMENTO AO FILHO ILUSTRE
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MUSEU DEODORO
foto -  Sérgio Falcetti
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foto -  Sérgio Falcetti
O reinado do prefeito durou pouco em Sucupira, quer dizer, em Marechal Deodoro, 28 quilômetros ao sul de Maceió. A rocambolesca trajetória do político dominou a cidade por apenas duas semanas, entre o fim de janeiro e o começo de fevereiro, quando lá foi gravada parte do filme O Bem Amado, obra de Dias Gomes dirigida por Guel Arraes.
E a cidadezinha alagoana, que tem é história para contar do passado político do País – foi a primeira capital do Estado e o berço do primeiro presidente da República, Marechal Deodoro da Fonseca –, agora é mais uma cena na trajetória da filmografia nacional. Mas o município não é cenário perfeito apenas para o cinema. É também um ótimo roteiro para visitar no fim de semana, já que fica logo ali
BUSTO DE MARECHAL DEODORO
foto -  Sérgio Falcetti
SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES -
foto -  Sérgio Falcetti
Marechal Deodoro fica localizada ao sul de Maceió, e pode ser percorrida num passeio de um dia. Capital do Estado até 1839 e berço do primeiro presidente do Brasil – a casa de sua mãe, a “patriota e matriarca” Roza Maria da Fonseca, como exaltam os guias, é ponto turístico ainda hoje –, é uma agradável surpresa. E tem atrativos que vão bem além da História.
CONHEÇA UM POUCO MAIS DESTA ENCANTADORA CIDADE DE MARECHAL DEODORO.
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A História não é o único trunfo turístico de Marechal Deodoro. Banhado pela lagoa Manguaba, o povoado de Massagueira, uma pacata colônia de pescadores, é mais uma atração da cidade. O lugar faz jus à vocação do estado para cenário de cinema: junto com outros vilarejos, serviu de locação para o filme alagoano mais antigo com cópia ainda existente, Casamento é Negócio?, de Guilherme Rogato, rodado no começo dos anos 30.
Hoje, a vila leva fama de centro gastronômico – mas bastante rústico, que fique registrado. À beira da lagoa, bares servem pratos fartos à base de frutos do mar: carapeba ao molho de camarão, caldo de sururu, fritada de siri, agulhinha crocante...
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foto - Magalhães Jaime
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NÃO DEIXE DE CONFERIR
A cidade fica a 28km de Maceió, pela AL-101 e, depois, a AL-215. No caminho, atravessam-se as lagoas Mundaú e Manguaba.
O Centro Histórico pode ser percorrido a pé e inclui atrações como o Conjunto Arquitetônico Conventual Franciscano de Santa Maria Madalena; a Casa de Marechal Deodoro, hoje um museu, e o Palácio Provincial, edifício colonial que abriga a sede da prefeitura.
Renda: 
peças trabalhadas em filé podem ser encontradas na sede da Associação Artesanal de Marechal Deodoro e no Espaço Cultural, que vende também o delicado labirinto. Há de marcadores de livros a toalhas de mesa, além de jogos americanos e colchas. Preços a partir de R$ 2.
(Por - Ana Lúcia Borges)
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE MARECHAL DEODORO, AL
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE MARECHAL DEODORO, AL

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foto - Roberto Rufino

NAZÁRIO / GOIÁS - NO CORAÇÃO DA CRIANÇA RESIDE O SEGREDO DA PAZ - CIDADE AMIGA DAS MINAS GERAIS

SEJA MUITO BEM VINDO A CIDADE DE NAZÁRIO. NO CORAÇÃO DE GOIÁS. A MAIOR PRODUTORA DE PÓ DE GELATINA DO BRAZIL. UMA CIDADE ACOLHEDORA E DE PESSOAS PRESTATIVAS. foto - Thymonthy Becker Comunicação NAZÁRIO TEM 8.421 HABITANTES (ESTIMATIVA IBGE 2013) QUEM NASCE EM NAZÁRIO EH: NAZARINENSE A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 25 DE AGOSTO E FOI EMANCIPADA EM 1.948 ORIGEM DO NOME O NOME NAZÁRIO EH UMA HOMENAGEM AO PRIMEIRO MORADOR (NAZÁRIO PEREIRA DE OLIVEIRA) QUE SE ESTABELECEU NA REGIÃO. ERA DE DESCENDÊNCIA ESPANHOLA E CHEGOU AO LOCAL POR VOLTA DE 1.880  HISTÓRIA DA CIDADE Por volta de 1880, Nazário Pereira de Oliveira, de descendência espanhola, radicou-se com sua família em lugar bem próximo à Serra da Jibóia, no então Município de Palmeiras de Goiás, onde tentou, sem êxito, a fortuna, procurando ouro ou pedras preciosas. Pouco tempo depois, transferiu-se para o local onde mais tarde nasceria o povoado, nas proximidades da confluência do Córrego Buriti com o Rio dos Bois. Fez erigir aí uma capela, à qual c…